sexta-feira, 29 de maio de 2009

Pudim de Limão


INGREDIENTES:

2 pacotes de gelatina de limão

1 lata de leite condensado

1 lata de creme de leite

1 vidro pequeno de leite de coco

1/2 copo de suco de limão

MODO DE PREPARO:


Prepare a gelatina de acordo com as instruções da embalagem e deixe esfriar.
Bata no liquidificador o leite condensado, o creme de leite, o leite de coco e o suco.
Junte a gelatina e torne a bater.
Coloque em taças ou forma para pudim e leve a geladeira para ficar firme.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

A intimidade de Dilma


Ontem, conversando com uma amiga no telefone, falávamos sobre o tratamento da ministra Dilma Roussef e sua relevância política. Hoje, ela saiu do hospital e disse que está usando peruca para esconder os cabelos ralos, consequência da quimioterapia. Lembrei de um texto que escrevi sobre ela há uns dois meses. Entrevistei alguns parentes e pessoas próximas para preparar a entrevista que fiz com a ministra para a edição de aniversário da revista Marie Claire do mês de abril. Não chega a ser um perfil, não conversei com os inimigos dela. Tenta apenas saber um pouco mais sobre sua história pessoal. Abaixo.
Economista formada pela Universidade Federal de Minas Gerais, Dilma Rousseff fez história na militância política. Entrou para o movimento estudantil aos 15 anos e aos 19 para a clandestinidade. Era uma das líderes de duas importantes organizações da esquerda radical brasileira no final dos anos 60 e começo dos 70, o Colina e a VAR-Palmares. Fez treinamentos de guerrilha, aprendeu a montar e desmontar fuzis, mas nunca trocou tiros com soldados do Exército ou policiais militares. Ela diz que seu trabalho como guerrilheira era o de conceber as ações do grupo para trazer informações.
Foi nesse período que conheceu seu primeiro marido, o jornalista Claudio Galeno. O casamento durou dois anos e foi ela quem pediu a separação porque ele teria viajado para Cuba sem consultá-la. Foi presa em 1970 e ficou três anos na cadeia de Tiradentes, em São Paulo. Lá, diz que lia muito - quase toda obra do escritor russo Fiódor Dostoiévski -, estudava teoria econômica e dava aulas. Segundo uma ex-companheira de cadeia, as explanações de Dilma ficaram tão famosas que teriam chamado a atenção do marxista Caio Prado Jr - cujo pensamento influenciou o movimento estudantil daquela época -, que estava na ala masculina do presídio. Quando ele ficou sabendo que a “professora de economia” tinha cerca de 20 anos, ficou espantado. “Que nível, que estatura! Não a conheço, mas ela será muito importante para o Brasil se prosseguir assim”, teria dito ele. Outra fama da ministra na cadeia era a de boa jogadora de cartas.
Pouco antes de ser presa, Dilma casou-se com o advogado gaúcho Carlos Araújo, também ligado à militância. Quando ambos estavam em liberdade, se mudaram para Porto Alegre, cidade natal de Araújo, onde fizeram carreira política no PDT. Lá, Dilma foi secretária do governo gaúcho, o que lhe garantiu seu primeiro posto no governo Lula, no ministério de Minas e Energia, ainda em 2003. Tiveram uma filha, a advogada Paula, hoje com 30 anos. O casamento durou quase 30 anos. “Acho que acabou no começo dos anos 2000. Não lembro direito. Pode pôr essa data aí que você não erra”, diz Araújo. O irmão de Dilma, Igor Rousseff, também não se lembra do ano em que o casamento da irmã terminou. “Eles continuaram tão amigos que eu só fiquei sabendo muito tempo depois que eles tinham se separado”, diz.
O fim do casamento deflagrou um período conturbado na vida de Dilma, mas que ela diz ter durado apenas alguns meses. “Separação sempre é difícil”, diz a ministra. “É o luto, e dói, uai”. Hoje, ela diz ter uma relação boa com o ex. Até passam os Natais juntos em Porto Alegre. Dilma diz que se prepara para ser avó. Afirma que não se sente solitária pelo fato de não ter um namorado ou marido. Mas afirma, enfática, que não se sente sozinha. “Ficamos sozinhas aos 30, não aos 60″, disse, na entrevista que nos concedeu à Marie Claire.
A história de Dilma também é marcada pela dor. Quando foi presa, aos 19 anos, passou pela palmatória, pelo pau-de-arara e levou choques dos torturadores no corpo todo, inclusive nos bicos dos seios. Chegou a ter uma hemorragia interna. Mesmo sofrendo uma violência brutal, não passou informações estratégicas sobre seus iguais para os militares. “Foi ali que aprendi a conhecer meus limites”, disse Dilma. “Me achava uma heroína até ser presa”. De lá, saiu para lutar pela democracia e continuou a fazer oposição ao governo militar. Quando lembra dos tempos de tortura e dos colegas que perdeu nesse período, a ministra costuma se emocionar. “Conheço a Dilma há 40 anos e só vi ela chorar em homenagens aos companheiros que se foram ou quando fala sobre a cadeia”, diz Fernando Pimentel, ex-prefeito de BH, amigo pessoal da ministra e provável articulador da campanha dela para a presidência.
Ele conta que seu pai e a mãe de Dilma se tornaram muito amigos nos tempos em que ambos estiveram presos. Naquele período, a mãe da ministra teria virado evangélica por influência do pai dele. Os doces e tortas que ela levava para a filha na cadeia também ficaram famosos entre as ex-companheiras de cela. “Todo mundo esperava o dia em que a Dilma ia receber a visita da mãe”, diz uma outra ex-colega de cela que também não quer divulgar seu nome.
O pai de Dilma, Pedro Rousseff, advogado, búlgaro naturalizado e comunista, morreu de diabetes quando ela tinha 15 anos. “Eu tinha uma ligação muito forte com ele”, diz Dilma. “Papai era um gringo alto, de 1,90, loiro dos olhos azuis, muito generoso e bonachão. Era um homem que gostava de aproveitar a vida. Comia em excesso, bebia quando era proibido pelos médicos. Por isso, morreu de várias coisas, mas seus problemas começaram com uma diabetes”, conta Igor, o primogênito. Em 1977, quando Dilma tinha 30 anos, perdeu a irmã mais nova, Zana, de uma forma trágica. “Ela pegou uma infecção numa cesariana de gêmeos, em que só um sobreviveu. Ficou um período bem, aparentemente estava curada, mas o vírus ficou incubado. Um ano depois, a doença voltou e ela faleceu deixando um filho pequeno. As duas perdas abalaram muito nossa família”, diz Igor.
Hoje, Dilma vive em um casarão em Brasília, com o cachorro que herdou do ex-ministro José Dirceu junto com o posto de ministra da Casa Civil. Faz caminhadas pelas manhãs sempre que pode. Faz dieta . Perdeu mais de 14 quilos desde que se mudou para Brasília. Seu dia a dia é de executiva. Nos fins de semana, recebe visitas da filha. Também vai a Porto Alegre vê-la, e a Belo Horizonte, visitar a mãe

sábado, 23 de maio de 2009

O que é a menor pausa?


Menopausa é a parada de funcionamento dos ovários.

Ou seja, os ovários deixam de produzir os hormônios estrógeno e progesterona.

Não é uma doença, é apenas um estágio na vida da mulher.

A principal característica da menopausa é a parada das menstruações.

No entanto em muitas mulheres a menopausa se anuncia por irregularidades menstruais, menstruações mais escassas, hemorragias, menstruações mais ou menos freqüentes.

Não existe idade predeterminada para a menopausa. Geralmente ocorre entre os 45 e os 55 anos, no entanto pode ocorrer a partir dos 40 anos sem que isto seja um problema.

Não há relação entre a primeira menstruação e a idade da menopausa nem tão pouco existe relação entre a idade familiar da menopausa e a sua.

Terapia Hormonal


Se o que falta na menopausa é o estrógeno nada mais lógico que a base do tratamento seja a reposição hormonal com o estrógeno.

Em mulheres que ainda tem o útero é importante associar a progesterona para proteger contra o risco de câncer do endométrio.

Mas o mais importante hoje é que o tratamento deve ser individualizado. Médico e paciente devem discutir todas as vantagens e riscos dos diversos tipos de terapia existentes e chegar a um consenso sobre o que fazer.

Vantagens do tratamento

Redução do Risco de Osteoporose.
Redução dos Riscos de Doenças Cárdio-vasculares.#
Melhora da Depressão.
Melhora da Atividade Sexual.
Melhora da Memória com possível prevenção da Doença de Alzheimer

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Uma Grande Atriz Fernanda Montenegro


Fernanda Montenegro

Informação geral

Nome completo Arlette Pinheiro Esteves da Silva
Data de nascimento 16 de Outubro de 1929 (79 anos)

Local de nascimento Brasil - Rio de Janeiro, RJ

Trabalhos notáveis Cinema:
• Eles Não Usam Black-Tie
• Central do Brasil
• O Auto da Compadecida
• Olga
TV:
• Guerra dos Sexos
• Cambalacho
• O Dono do Mundo
• Belíssima
Teatro:
• O Beijo no Asfalto
• O Homem do Princípio ao Fim
• É...
• The Flash and Crash Days

Outros prêmios
Urso de Prata para Melhor Atriz
1998 Central do Brasil



Fernanda Montenegro, nome artístico de Arlette Pinheiro Esteves da Silva, (Rio de Janeiro, 16 de outubro de 1929) é uma consagrada atriz brasileira de cinema, teatro e televisão indicada ao Oscar.
É considerada tanto pelo público como pela crítica como uma das grandes damas do teatro, TV e cinema de todos os tempos.Recentemente foi eleita a melhor atriz do Brasil.

História
Iniciou sua carreira no ano de 1950, com o espetáculo "Alegres Canções nas Montanhas", ao lado daquele que seria seu marido por toda a vida, Fernando Torres.
Sua estréia em cinema se dá na produção de 1964 para a Tragédia Carioca de Nelson Rodrigues, A Falecida, sob direção de Leon Hirszman.
Além de ter sido cinco vezes agraciada com o Prêmio Molière, ter recebido três vezes o Prêmio Governador do Estado de São Paulo e de inúmeros outros prêmios em teatro e cinema, ganhou ainda o Urso de Prata de melhor atriz e concorreu ao Óscar de melhor atriz em 1999 e ao Globo de Ouro de Melhor atriz em filme dramático [1] pelo filme Central do Brasil de Walter Salles. Recebeu também vários prêmios da crítica americana, no mesmo ano (Los Angeles Film Critics Award, National Board of Review Award).
Em televisão participou de centenas de teleteatros na extinta TV Tupi de São Paulo, telenovelas na extinta TV Excelsior e na TV Rio e na Rede Record e dezenas de produções na Rede Globo.
Tem dois filhos: a atriz Fernanda Torres e o diretor Cláudio Torres, um dos sócios da Conspiração Filmes, produtora de publicidade e cinema.
Infância, juventude e formação
Seu nascimento foi perto do bairro de Cascadura, subúrbio do Rio. Era filha de uma dona de casa (filha de sardos da localidade de Bonarcado) e de um operário, com estudos de mecânica. Fernanda cresceu neste ambiente, frequentando colégios públicos locais e o sítio dos seus avós em Jacarepaguá.
Com doze anos de idade, conclui seu primário e dedica-se a formação para o trabalho, matriculando-se no curso de secretariado Berlitz, que compreendia inglês, francês, português, estenografia e datilografia. Frequentava ainda o "curso de madureza" (espécie de supletivo) à noite, conseguindo concluir o equivalente ao ginasial em dois anos.
Aos quinze anos, porém, Fernanda, ainda no terceiro ano do curso de secretariado, inscreveu-se num concurso como locutora na Rádio Ministério da Educação e Cultura, fator que foi decisivo para a sua carreira. O concurso, chamado "Teatro da Mocidade", era voltado a despertar jovens talentos para o radialismo.
Localizada na Praça da República (Campo de Santana), a Rádio situava-se ao lado da Faculdade Nacional de Direito da UFRJ, na qual funcionava um grupo de teatro amador dos alunos da faculdade, coordenado pelo professor Adauto Filho. Ligada a Magalhães Graça e Valquíria Brangatz (também chamada artisticamente de "Neli Rodrigues"), alunos da Faculdade e colegas na Rádio, Fernanda passa a integrar o grupo de teatro, ao participar da peça "Nuestra Natascha", de Cassona. Posteriormente, foi levada pelo professor Adauto para participar de atividades no Teatro Ginástico.
Seu primeiro papel como radio-atriz foi numa obra de Cláudio Fornari, que, na época, era um autor muito importante, chamada "Sinhá Moça Chorou", na qual fez o papel da Manuela, que era uma jovem - o segundo papel feminino - que se apaixonou pelo Garibaldi. E aí foi dada a partida.
Fernanda permaneceu na Rádio por dez anos, inicialmente como locutora e depois como atriz. Foi lá que Fernanda, ao começar a escrever, adotou o pseudônimo "Fernanda Montenegro".
Paralelamente, a atriz passou a lecionar português para estrangeiros no Berlitz, curso que havia frequentado por quatro anos. Era a forma de obter alguma remuneração, já que o trabalho na Rádio nem sempre era remunerado.
Carreira
Foi a primeira atriz contratada pela recém-criada TV Tupi do Rio de Janeiro, em 1951. Na emissora, entre 1951 e 1953, participou de cerca de 80 peças, exibidas nos programas Retrospectiva do teatro universal e Retrospectiva do teatro brasileiro. Sob a direção de Jacy Campos, Chianca de Garcia e Olavo de Barros, atuou ao lado de Paulo Porto, Heloísa Helena, Grande Otelo, Fregolente e Colé. Participou também de programas policiais escritos por Jacy Campos e Amaral Neto.
No teatro, Fernanda Montenegro ganhou o prêmio de atriz revelação da Associação Brasileira de Críticos Teatrais, em 1952, por seu trabalho nas peças Está lá fora um inspetor, de J.B. Priestley, e Loucuras do Imperador, de Paulo Magalhães. Ainda na década de 1950, fez parte da Companhia Maria Della Costa e do Teatro Brasileiro de Comédia (TBC).
Entre 1953 e 1955, a atriz participou de diversos teleteatros na TV Tupi de São Paulo, apresentados no programa Grande teatro Tupi. De volta à Tupi carioca, atuou em mais de 160 peças apresentadas naquele programa de 1956 a 1965. Em 1959, formou sua própria companhia teatral, a Companhia dos Sete, com Sérgio Britto, Ítalo Rossi, Gianni Ratto, Luciana Petruccelli, Alfredo Souto de Almeida e Fernando Torres. A atriz é considerada uma das grandes damas do teatro brasileiro, tendo recebido diversos prêmios ao longo da carreira, por espetáculos como A moratória (1955), de Jorge Andrade; Nossa vida com papai (1956); Vestir os nus (1958); O mambembe (1959), com direção de Gianni Ratto; Mary, Mary (1963), dirigido por Adolfo Celi; Mirandolina (1964), de Carlo Goldoni; A mulher de todos nós] (1966), dirigida pelo marido, Fernando Torres; As lágrimas amargas de Petra von Kant (1982); Dona doida, um interlúdio (1987), entre muitas outras peças.
Em 1963, contratada pela TV Rio, atuou nas novelas Pouco amor não é amor e A morta sem espelho, ambas de Nelson Rodrigues, com direção de Fernando Torres e Sérgio Britto, respectivamente. Em 1964, fez mais duas novelas dirigidas por Sérgio Britto: Vitória e Sonho de amor, esta última uma adaptação feita por Nelson Rodrigues do romance O tronco do ipê, de José de Alencar, produzida pela TV Rio e exibida também em São Paulo pela TV Record.
Em 1965, na recém-criada TV Globo, Fernanda Montenegro participou do programa 4 no Teatro, que apresentou uma série de teleteatros sob a direção de Sérgio Britto. Em sua estréia na emissora, a atriz atuou nas peças Massacre, de Emanuel Robles, e As três faces de Eva, de Janete Clair.
No ano seguinte, na TV Tupi, interpretou a personagem Amália, na novela Calúnia, de Talma de Oliveira. Em 1967, estreou na TV Excelsior como Lisa, em Redenção, novela de Raimundo Lopes. Dirigida por Reynaldo Boury e Waldemar de Moraes, Redenção foi um grande sucesso, atingindo 596 capítulos e se tornando um marco na história das telenovelas brasileiras.
Ainda na TV Excelsior, em 1968, Fernanda Montenegro viveu a Cândida em A muralha, adaptação de Ivani Ribeiro da obra de Dinah Silveira de Queiroz. Com direção de Sérgio Britto e Gonzaga Blota, a novela foi considerada uma superprodução em sua época. Na mesma emissora, em 1969, a atriz viveu a personagem Júlia Camargo, de Sangue do meu sangue, escrita por Vicente Sesso, quando foi novamente dirigida por Sérgio Britto.
Fernanda Montenegro deixou a TV Excelsior em 1970 e manteve-se afastada da televisão durante nove anos, intervalo quebrado apenas pela realização de dois trabalhos: o teleteatro A Cotovia, de Jean Anouilh, para a TV Tupi, em 1971, e um Caso especial da TV Globo, em 1973. Este Caso especial estrelado pela atriz era uma adaptação da tragédia Medéia, de Eurípedes, feita por Oduvaldo Vianna Filho. Levado ao ar no mesmo dia e horário da estréia do programa do Chacrinha na TV Tupi, o especial da TV Globo surpreendeu conseguindo 20 pontos de vantagem sobre o concorrente, segundo as pesquisas do Ibope.
Ainda na década de 1970, a atriz integrou o elenco da novela Cara a cara (1979), de Vicente Sesso, na TV Bandeirantes. Na trama, dirigida por Jardel Mello e Arlindo Barreto, a atriz viveu a personagem Ingrid Von Herbert, egressa de um campo de concentração nazista.
Fernanda Montenegro estreou em novelas da TV Globo em 1981, em Baila comigo, de Manoel Carlos. Sua personagem, Sílvia Toledo Fernandes, foi escrita especialmente para a atriz, que foi dirigida por Roberto Talma e Paulo Ubiratan. No mesmo ano, viveu a milionária Chica Newman de Brilhante, novela de Gilberto Braga. Na trama, Luísa (Vera Fischer) é escolhida por Chica Newman para se casar com seu filho Ignácio (Dennis Carvalho), que é homossexual. Mas a moça acaba se envolvendo com Paulo César (Tarcísio Meira), homem de origem humilde, casado com Isabel (Renée de Vielmond), filha de Chica.
Em 1983, Fernanda Montenegro protagonizou cenas hilariantes ao lado de Paulo Autran, como os primos Charlô e Otávio de Guerra dos Sexos, novela escrita por Sílvio de Abreu e dirigida por Jorge Fernando e Guel Arraes. Obrigados a conviver na mesma casa e na mesma empresa devido ao testamento de um tio, os dois empreendiam “batalhas” diárias, numa verdadeira guerra. A censura impôs mudanças em personagens, diálogos e cenas. Ainda assim, a novela foi um sucesso e recebeu diversos prêmios da Associação Paulista de Críticos de Arte, entre eles o de melhor atriz para Fernanda Montenegro.
Em 1986, a atriz participou de Cambalacho, outra comédia de Silvio de Abreu, dirigida por Jorge Fernando. Como o título sugere, o ponto de partida da trama eram os trambiques armados por Leonarda Furtado, a “Naná”, personagem de Fernanda Montenegro, e Jerônimo Machado, o “Gegê”, interpretado por Gianfrancesco Guarnieri.
Quatro anos depois, Fernanda Montenegro fez uma participação especial, no papel de Salomé, em Rainha da Sucata, novela de Silvio de Abreu, Alcides Nogueira e José Antônio de Souza. Ainda em 1990, interpretou a Vó Manuela na minissérie Riacho doce, de Aguinaldo Silva e Ana Maria Moretzsohn. A minissérie se passa em uma cidade do nordeste liderada por Vó Manuela, uma mulher mística e poderosa que exerce total domínio sobre seu neto Nô (Carlos Alberto Riccelli).
Em 1991, na novela O dono do mundo, de Gilberto Braga, Fernanda Montenegro foi Olga Portela, uma requintada cafetina que, apesar de picareta, conquistou a simpatia do público. Dois anos depois, apresentou uma atuação marcante como Jacutinga, a dona de um bordel no interior da Bahia, na primeira fase da novela Renascer, de Benedito Ruy Barbosa. Ainda em 1993, participou – como Madalena Moraes – da novela O mapa da mina, a última de Cassiano Gabus Mendes.
Em 1994, como Quitéria Campolargo, a atriz integrou o elenco estelar de Incidente em Antares, que reuniu nomes como Marília Pêra, Regina Duarte, Gianfrancesco Guarnieri, Paulo Goulart, Nicette Bruno, Flávio Migliaccio, Betty Faria e Diogo Vilela. A minissérie era uma adaptação de Nelson Nadotti e Charles Peixoto do livro homônimo de Érico Veríssimo.
Em seguida, em 1997, Fernanda Montenegro viveu o papel-título de Zazá, novela de Lauro César Muniz. Sua personagem é uma mulher idealista, que tenta buscar uma solução para a vida medíocre dos sete filhos, ao mesmo tempo em que enfrenta várias adversidades para fazer seu projeto de avião atômico – o BR-15 – sair do papel, e provar que não é louca quando afirma ser filha de Santos Dumont.
Em 1999, por sua atuação no filme Central do Brasil, de Walter Salles, foi a primeira artista brasileira a ser indicada para o Óscar de melhor atriz. Um ano antes, ainda por sua atuação naquele filme, recebeu o Urso de Prata do Festival de Berlim.
Ainda em 1999, a atriz fez o papel de Nossa Senhora na minissérie O Auto da Compadecida, adaptação da premiada peça de Ariano Suassuna feita por Guel Arraes, Adriana Falcão e João Falcão, e transformada em filme no ano seguinte. Em 2001, viveu a Lulu de Luxemburgo de As filhas da mãe, de Silvio de Abreu, Alcides Nogueira e Bosco Brasil.
Fernanda Montenegro participou da primeira fase de Esperança (2002), novela de Benedito Ruy Barbosa, em que fez o papel da italiana Luiza, a avó da protagonista Maria, interpretada por Priscila Fantin. Em 2005, na premiada minissérie Hoje é dia de Maria, dirigida por Luiz Fernando Carvalho, a atriz interpretou a madrasta, voltando a atuar na segunda jornada da série como Dona Cabeça, narradora da trama. Em 2006, brilhou na novela Belíssima como a vilã Bia Falcão, matriarca da família Assumpção. A trama de Silvio de Abreu prendeu a atenção dos telespectadores até o último capítulo, quando a personagem de Fernanda Montenegro, em vez de receber a esperada punição, terminou numa suíte em Paris ao lado do jovem Matheus (Cauã Reymond). Um de seus mais recentes trabalhos na TV Globo foi a minissérie Queridos amigos (2008), de Maria Adelaide Amaral, como intérprete de Iraci.
Ao longo de sua trajetória profissional, Fernanda Montenegro recebeu prêmios importantes por seus trabalhos tanto no teatro quanto no cinema. Em 1985, foi convidada pelo então presidente José Sarney para ocupar o Ministério da Cultura, mas recusou. Em 1999, foi condecorada com a maior comenda que um brasileiro pode receber do presidente da República, a Ordem Nacional do Mérito Gran Cruz, “pelo reconhecimento ao destacado trabalho nas artes cênicas brasileiras”. Na época, uma exposição realizada no Museu de Arte Moderna (MAM), no Rio de Janeiro, comemorou os 50 anos de carreira da atriz. Em 2004, aos 75 anos, recebeu o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Tribeca, em Nova Iorque.
Entre os filmes em que atuou no cinema estão A Falecida (1964) e Eles não usam black-tie (1980), ambos de Leon Hirszman. E, mais recentemente, Olga, de Jayme Monjardim, onde interpretou Leocádia Prestes, mãe do líder comunista Luís Carlos Prestes; Redentor (2004), dirigido por seu filho, Cláudio Torres; Casa de areia (2005), filme dirigido pelo genro Andrucha Waddington, marido de sua filha, a atriz Fernanda Torres; e O amor nos tempos do cólera (Love in the time of cholera), de Mike Newell, lançado em 2007, onde fez a personagem Tránsito Ariza, mãe do personagem do ator espanhol Javier Bardem.

Teatro
Em mais de cinqüenta anos de carreira, participou de dezenas de espetáculos teatrais, interpretando de tudo: da clássica tragédia grega à comédia de boulevard, do musical brasileiro a espetáculos de vanguarda. Sempre ao lado de grandes nomes, do elenco à direção. A seguir, alguns de seus grandes sucessos:
• 1954 - O Canto da Cotovia, de Jean Anouilh - direção de Gianni Ratto
• 1955 - Com a Pulga Atrás da Orelha, de Georges Feydeau - direção de Gianni Ratto
• 1955 - A Moratória, de Jorge de Andrade - direção de Gianni Ratto
• 1956 - Eurídice, de Jean Anouilh - direção de Gianni Ratto
• 1958 - Vestir os Nus, de Luigi Pirandello - direção de Alberto d'Aversa
• 1959 - O Mambembe, de Arthur Azevedo e José Piza. direção de Gianni Ratto
• 1960 - A Profissão da Sra. Warren] de Bernard Shaw - direção de Gianni Ratto
• 1960 - Com a Pulga Atrás da Orelha, de Georges Feydeau - direção de Gianni Ratto
• 1961 - O Beijo no Asfalto, de Nelson Rodrigues - direção de Fernando Torres
• 1963 - Mary, Mary, de Jean Kerr - direção de Adolfo Celi
• 1966 - O Homem do Princípio ao Fim, de Millôr Fernandes - direção de Fernando Torres
• 1967 - A Volta ao Lar, de Harold Pinter - direção de Fernando Torres
• 1970 - Oh! Que Belos Dias, de Samuel Beckett - direção de Ivan de Albuquerque
• 1971 - Computa, Computador, Computa, de Millôr Fernandes - direção de Carlos Kroeber
• 1972 - Seria Cômico... Se Não Fosse Trágico, de Friedrich Dürrenmatt - direção de Celso Nunes
• 1976 - A Mais Sólida Mansão
• 1977 - É... , de Millôr Fernandes - direção de Paulo José
• 1982 - As Lágrimas Amargas de Petra von Kant, de Rainer Werner Fassbinder - direção de Celso Nunes
• 1986 - Fedra, de Racine - direção de Augusto Boal
• 1987 - Dona Doida, a partir de escritos da poeta mineira Adélia Prado - direção de Naum Alves de Souza
• 1993 - The Flash and Crash Days, de Gerald Thomas - direção de Gerald Thomas
• 1995/96 - Dias Felizes, de Samuel Beckett - direção de Jacqueline Laurence
• 1998 - Da Gaivota, a partir da peça A Gaivota, de Anton Tchekhov - direção de Daniela Thomas
Filmografia
Ano Título Papel
1965|
A Falecida
Zulmira
1970
Em Família
Anita
Pecado Mortal
Fernanda
Minha Namorada

1971
A Vida de Jesus Cristo
Samaritana
1976
Marília e Marina

1978
Tudo Bem
Elvira Barata
1981
Eles não usam black-tie
Romana
1985
A Hora da Estrela
Madame Carlota
1986
Trancado por Dentro
Ivette
1988
Fogo e Paixão
Rainha do castelo
1994
Veja esta canção

1997
O que é isso, companheiro?
Dona Margarida
1998
Central do Brasil
Dora
Traição
Mulher no bar
1999
Gêmeas
Mãe
2000
O Auto da Compadecida
Virgem Maria
2004
O outro lado da rua
Regina
Olga
Leocádia Prestes
Redentor
Dona Isaura
2005
Casa de Areia
D. Maria/Áurea
2007
Love in the Time of Cholera
Tránsito Ariza
Teledramaturgia
Ano Título Papel Nota
1966
Redenção
Lisa participação especial
1968
A Muralha
Mãe Cândida Olinto protagonista
1973
Medéia
Medéia protagonista
1979
Cara a Cara
Ingrid protagonista
1981
Brilhante
Chica Newman antagonista principal
Baila Comigo
Sílvia Toledo coadjuvante
1983
Guerra dos Sexos
Charlotte de Alcântara Pereira Barreto (Charlô)/Altamiranda protagonista
1986
Cambalacho
Naná (Leonarda Furtado) protagonista
1987
Sassaricando
Ela mesma/Dona Doida paticipação especial
1990
Riacho Doce
Vó Manuela antagonista principal
Rainha da Sucata
Salomé participação especial
1991
O Dono do Mundo
Olga Portela antagonista
1993
Renascer
Jacutinga protagonista na primeira fase
O Mapa da Mina
Madalena Morais co-protagonista
1994
Incidente em Antares
Quitéria Campolargo protagonista
1995
A Comédia da Vida Privada
(A Casa dos Trinta) Tia Otávia participação especial
1996
A Comédia da Vida Privada
(As Idades do Amor) Dora paticipação especial
1997
Zazá
Zazá (Marisa Dumont) protagonista
1999
O Belo e as Feras Mãe participação especial
1999
O Auto da Compadecida
Compadecida protagonista
2001
As Filhas da Mãe
Lulu de Luxemburgo protagonista
2002
Pastores da Noite
Tibéria coadjuvante
Esperança
Luisa co-protagonista
2003
Celebridade
ela mesma participação especial
2004
Um Só Coração
ela mesma participação especial
2005
Belíssima
Beatriz Falcão (Bia Falcão) antagonista principal
Hoje É Dia de Maria
Madrasta antagonista
Hoje É Dia de Maria 2
Dona Cabeça antagonista
2008
Queridos Amigos
Iraci Guimarães Moutinho co-protagonista
O Natal do Menino Imperador
Narradora

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Sexualidade feminina


Dr. Xavier Conesa. Formado em Psicologia y Sexologia pela Universidade de Barcelona. Diretor do "Centro Psicológico y de Especialidades" de Barcelona na Espanha.

Por que algumas mulheres têm dificuldade em atingir o orgasmo através da penetração vaginal, atingindo-o somente com a estimulação clitoriana?

[Dr. Xavier Conesa]
A genitalidade feminina, assim como a masculina, é mais sensível a medida que se "distancia" do nosso corpo. Isso equivale a dizer que para os homens há uma sensibilidade maior na ponta do pênis, e vai diminuindo a medida que se aproxima da raiz do mesmo, ocorrendo igualmente com as mulheres.

As ramificações nervosas encarregadas do prazer feminino, situam-se principalmente no clitóris (parte mais externa), e vão perdendo sensibilidade à medida que se aproximam do interior da vagina. Digamos que "quanto mais interno", menor a sensibilidade e "quanto mais externo", maior a sensibilidade.

A sexualidade feminina é muito mais complexa que a masculina. Evidentemente, a pergunta de um milhão de dólares é: "Por que as mulheres desejam a penetração, se com a estimulação clitorial desfrutam mais?" Aqui intervém a subjetividade de cada mulher, "necessito sentí-lo dentro", responderam. A penetração, tem sobre as mulheres um componente afetivo / emocional de difícil compreensão para os homens.

Com freqüência tem se relacionado a carência de orgasmo vaginal com a imaturidade, mas cada vez mais psicólogos não concordam com esse aspecto.

Existem explicações neurológicas para a falta de sensibilidade vaginal: trata-se de um problema de sensibilidade nas ramificações nervosas. Há ainda outras explicações psicológicas ligadas à aprendizagem do prazer, além de explicações mais profundas, mas inconscientemente ligadas à subjetividade de cada mulher.

Certamente a porcentagem de mulheres que não conseguem o prazer orgásmico através da penetração é altíssimo, sem que isto tenha que ser visto necessariamente como um problema. A sexualidade é, quem sabe, o item mais peculiar da conduta humana, onde não há normas nem pautas.

Finalmente, muitas mulheres relatam que o orgasmo via vaginal é possível na medida que ocorra por sua vez, a fricção do critóris.

sábado, 16 de maio de 2009

História do Biquini


A criação do biquini é disputada por dois estilistas franceses: primeiro, Jacques Heim apresentou o "atome" como "o menor maiô do mundo"; em seguida, Louis Réard mostrou o "bikini, menor que o menor maiô do mundo" e ficou com a fama do criador da peça.
Mas no início mulheres não estavam preparadas para usar peças de vestuário tão reduzidas, que mostravam o umbigo e foi proibido em vários países incluindo Portugal. No entanto actrizes como Ava Gardner, Ursula Andress e Brigitte Bardot foram contra todos os preconceitos da época aderindo ao biquíni, como instrumento de sedução em filmes e em fotos.
Nos anos 60 biquíni atingiu o auge de popularidade. Era muitas vezes usado como adorno em filmes e músicas, e como contestação política e social. Tornou-se um símbolo pop. No Rio de Janeiro tornaram-se populares os famosos biquínis "fio dental".
Nos anos 90 a moda do fato de banho foi reavivada (especialmente por causa dos efeitos nocivos provocados na pele pela exposição aos raios solares), mas não tirou o lugar ao biquíni.

Curiosidades sobre o Biquini

Num verão ao final dos anos 70, apareceu o biquíni de crochê, que ficava todo torto quando molhava. Para segurar no lugar, as mulheres enrolavam a lateral. Assim nascia, por acaso, a tanga.

Dicas para Escolher o Biquini Adequado ao seu Corpo
Mulheres com Seios Pequenos: Para quem não tem seios avantajados, o modelo mais ideal é o cortininha, principalmente os com bojos. Os modelos "tomara-que-caia" também ajudam a dar a sensação de seios mais volumosos.
Mulheres com Quadris Estreitos:: Parte de baixo com lacinhos são as melhores, ou aquelas que tem as laterias da calcinha bem estreita
Mulheres com Seios Grandes:: Sutiãs estilo faixa com alças cai muito bem. Sutiãs com bojo também fica bom, desde que seja bem estruturado na base.
Quadris Largos:: Calcinha tipo sungão ficam muito bem

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Depressão Pós-parto


Conheça Melhor o Que é a Depressão Pós-Parto

A depressão pós-parto tem as mesmas características de uma depressão normal, ou seja, a pessoa sente uma tristeza muito grande de caráter prolongado, com perda de auto estima, perda de motivação para a vida, podendo até mesmo tentar o suicídio. Em casos mais graves da depressão pós-parto, algumas mulheres apresentam tendência ao abandono do recém nascido ou mesmo ao seu extermínio, afirma.

Fisicamente, sintomas como alterações gastroinstestinais, com ressecamento de boca, de intestino, dores de cabeça, insônias podem ser indícios de uma depressão. Para ser considerado depressão pós-parto é necessário que ela ocorre até o sexto mês após o parto. Essa depressão é prolongada e normalmente necessita de medicamento e acompanhamento psiquiátrico para controlar, pois não é um caso autolimitante.

Conseqüências

Médicos e familiares devem ficar bem atentos aos sintomas para não se confundirem no diagnóstico. No período pós-parto inicial é comum à mulher passar por um quadro de depressão leve, que não traz maiores conseqüências.

Na literatura americana essa depressão leve é denominada de "blues post partum" e atinge 50% das mulheres. Nesses casos o que ocorre é uma vontade de chorar, um "baixo astral" que começa entre o segundo e o quarto dia após o parto e é auto limitante, logo melhora. Não existe um tempo determinado de duração, geralmente vai de 4 a 5 semanas.

A possibilidade de uma "blues post partum" evoluir para um quadro de depressão pós-parto propriamente dito é mínima. Um caso típico de depressão pós-parto já começa com características mais severas.

Indícios

Saber se a mãe terá ou não depressão após o parto, antes do nascimento do bebê é muito difícil. As mulheres com tendência depressivas anterior à gravidez requerem mais atenção dos familiares. A situação da gestação também é um fator a ser avaliado. Uma gravidez rejeitada, ou uma gestação em que houve problemas mais sérios a nível pessoal pode provocar uma associação do problema com o bebê. Tais fatores também podem desencadear um quadro depressivo caso a mãe acredite que a gravidez foi um mal. Depois do nascimento o que tem de ser observado é a intensidade dos sintomas.

Não existe um trabalho específico para prevenção de depressão pós-parto, mas o pré-natal, além de orientar a mãe e prevenir uma série de doenças e problemas com a mamãe e o bebê, também serve como prevenção de uma depressão pós-parto. Durante o pré-natal os médicos procuram dar segurança à mãe tanto em termos orgânicos como psicológicos. Fazendo com que a gravidez da paciente seja tranqüila e com um grau de informação significativo, considera-se que o pré-natal é um fator de prevenção contra a depressão pós-parto.