sábado, 29 de agosto de 2009

Como anda seu poder de Sedução?


Nunca, como nos dias de hoje, foi tão importante estimularmos e exercitarmos o nosso poder de sedução. Palavra encantadora que independente do Dia dos Namorados, logo nos faz pensar em cenas românticas, dignas de grandes conquistas amorosas. Embora o objetivo implícito seja o de conquistar pessoas, na verdade é justo pensar que seduzir alguém é antes de mais nada conquistar sua atenção e admiração. Para algumas pessoas pode parecer fácil. Já para outras, não é tão simples assim. Falta habilidade ou mesmo disposição e cuidado no trato com as pessoas. No entanto, uma coisa é certa: nosso comportamento no momento da apresentação e principalmente da abordagem, qualquer que seja o tamanho da conquista, determina nosso sucesso ou fracasso.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Moda e estilo dos anos 80 estão de volta (de novo)



Será que estou ouvindo um eco, quando escuto as pessoas dizendo que os anos 80 estão de volta? Seis meses atrás, as passarelas de Nova York, Paris e Milão pressagiaram um retorno a uma era que alguns de nós recordam com pouco apreço e que muitas pessoas são jovens demais para recordar com qualquer que seja o sentimento.


Nomes da moda tão diferenciados quanto Gucci, Givenchy, Ungaro, Gianfranco Ferre, Gareth Pugh, Proenza Schouler e Marc Jacobs, tanto para sua grife quanto em sua coleção para a Louis Vuitton, começaram a roubar referências (ou, se você prefere termo mais polido, prestar homenagem) àquela era maldita de grandes enchimentos nos ombros, cores em néon saturado, meias arrastão, paletós gigantes e malha metálica.

Agora que esses produtos estão chegando às lojas, os consumidores não conseguirão evitar flashbacks ¿ pelo menos aqueles que tiverem memórias diretas de bandas como Adam and the Ants ou Culture Club, filmes como "Working Girl" ou, aliás, dos anos Reagan na Casa Branca.

"Quem quer que tenha experiência superior a cinco anos no mundo da moda", escreveu certa vez Amy Spindler, então crítica de moda do The New York Times, "pode estar sentindo sensação semelhante à de um homem a ponto de se afogar que vê a vida passar rapidamente diante de seus olhos". Spindler estava se referindo à maneira perturbadoramente rápida que a moda encontra de reciclar o passado recente.

A declaração foi feita muito tempo atrás, em 1996, quando a arqueologia da moda ainda precisava ser conduzida em bagunçadas lojas de roupas de segunda mão, nas bancas de roupas usadas de instituições de caridade ou nas páginas de revistas antigas encontradas no sebo operado pelo livreiro Michael Gallagher no East Village, onde estilistas como Marc Jacobs escavaram algumas de suas melhores ideias por meio de consultas às páginas de edições antigas de "Vogue".

Agora todos sabemos que o ritmo da apropriação indébita se acelerou ao ponto de mal permitir que o homem da metáfora acima piscasse um olho antes de submergir.

"As pessoas aderem muito rapidamente às coisas", disse Laura Wills, que, como proprietária da Screaming Mimi's, uma loja de roupas vintage, dedicou três décadas a antecipar que estilo será o próximo a ser retomado no cenário cultural. "Eles se movimentam tão rápido que precisam constantemente de novas referências. Na loja, costumamos dar risada e comentar que os anos 80 já foram revividos antes, e que esse retorno das roupas néon já aconteceu uma vez, cinco anos atrás".

A verdade é que sim, já aconteceu de fato. Tivemos o retorno de "Flashdance", aquela influente bobagem cinematográfica, e da moda que o filme oferecia, por volta da metade dos anos 90, quando os estilistas Roger Padilha e Jennifer Groves exibiram uma coleção de moda que prestava uma carinhosa homenagem aos leggings, coletes com franjas e camisas de ombros caídos usados por Jennifer Beals. Tivemos também o retorno da combinação entre luvas de renda e crucifixo que Madonna usava na era "Like a Virgin", em toda forma de apresentação, e em modelos propiciados por estilistas que pouco tinham em comum entre si, como Betsey Johnson e Jean-Paul Gaultier.

Tivemos a volta das calças com cós rebaixado inevitavelmente associadas a MC Hammer, primeiro reinterpretadas por Rick Owens e posteriormente pelos muitos imitadores desse estilista. O estilo se tornou tão comum que, de roupa a ser evitada a todo custo, terminou se transformando em peça obrigatória.

"Muitas dessas tendências estão ensaiando voltar há algum tempo ¿os leggings, os ombros com enchimento extra, o néon", diz Chioma Nnadi, editora de estilo da revista "Fader". "Na verdade, é uma moda que oferece escapismo às pessoas". E, não incidentalmente, também permite exercitar o humor que pode ser exaltado em tempos difíceis pelo desafio às convenções do bom gosto, do gosto convencional. "Parte do que vem sendo revivido é bem brega", diz Nnadi. "Mas existem ocasiões em que o mau gosto oferece mais espaço para a diversão e para a criatividade".

Transformar calças com o cós rebaixado em "algo de fabuloso", como ela diz, pode ser visto como um gesto positivo, e além disso portador de linhagem que remonta a uma era ainda mais antiga e menos conformista, aquela que viu a publicação do livro Notes on Camp.

De certa forma, a retomada dos anos 80 é cafona para pessoas que nunca ouviram falar do livro de Susan Sontag, e o mais recente ciclo da moda representa uma oportunidade, para a nova geração de estilistas, de encontrar naquela década de gosto dúbio uma vasta jazida de ironia a ser explorada.

Os seriados "Dallas" e "Cosby Show", as bonecas Cabbage Patch e a princesa Diana (cujo estilo a escritora Germaine Greer comparou no ano passado ao de uma apresentadora de TV, mas agravado por chapéus horrorosos e inevitáveis) tudo isso surgiu nos anos 80. O mesmo se aplica, em um sentido indelével para a cultura pop, Brooke Shields, em sua fase de "não existe nada entre mim e meus jeans Calvin Klein".

Michael Jackson, que no passado foi um dos grandes companheiros de Shields, sem dúvida se provou o mais irresistível fenômeno de cultura pop a emergir dos anos 80, e por isso é lógico que o guarda-roupa que ele popularizou no videoclipe de "Thriller" tenha sido imitado pelos formadores de opinião na moda ainda antes de sua morte, em junho.

"Todo mundo está se inspirando em Thiller já há algum tempo", disse Wills, da Screaming Mimi's. "Já vimos o retorno da jaqueta de couro com tachinhas". E, quando o final do ano se aproximar, ela diz, "vai ser essa a peça que todo mundo estará procurando".

domingo, 23 de agosto de 2009

Adeus, braços flácidos

Mulheres com mais de 40 anos descobrem que sua prioridade estética é aquele pedaço macio do corpo localizado entre a axila e o cotovelo
Martha Mendonça

BRAÇO DE 30
Rose, de 53 anos, faz pose e exibe os tríceps. Ela pega peso três vezes por semana e exorciza a “pelanca do tchauzinho”
Na rotina de exercícios da secretária carioca Rose Figueiredo, de 53 anos, uma parte do corpo tem ganho atenção especial: os braços. Munida de pesos de 6 quilos em cada mão – e muito mais se o treino for feito em aparelhos –, ela trabalha incansavelmente seus bíceps e, principalmente, tríceps, que são aquela parte entre a axila e o cotovelo. Um dos objetivos é fugir da chamada “pelanca do tchauzinho”.
A partir da meia-idade, o braço das mulheres tem uma forte tendência a perder a tonicidade e acumular gordura. O resultado costuma ser o adeus às blusas sem manga e, muitas vezes, uma postura mais dura, evitando afastar os braços da cintura. Ou seja: malhar é preciso. “No calor do Rio de Janeiro, usar manga mais longa seria um sacrifício. Então pego peso de três a quatro vezes por semana para manter tudo no lugar”, diz Rose, que faz musculação desde os 19 anos.
“O braço sarado é a nova obsessão das mulheres a partir dos 40 anos que prezam pela boa forma”, afirma o body designer carioca Alexandre Rodrigues, o Xande Negão, preferido de famosos como Márcio Garcia e Flávia Alessandra. Ele diz que, até alguns anos atrás, as alunas gostavam mais de cuidar das pernas e do bumbum, a preferência nacional. Os braços eram deixados de lado, até porque ter esses membros mais firmes dava um aspecto masculino, na percepção da maioria. “Agora há um número maior de mulheres de meia-idade malhando pesado e elas têm essa preocupação com os membros superiores, que denunciam muito a idade”, diz.
Atrizes de 50, 60 anos, como Cristiane Torloni, Susana Vieira e Bruna Lombardi podem ser vistas na televisão ou no cinema com braços fortes, sem excesso de gordura ou de pele. “Graças a Deus tenho uma predisposição genética excelente e fiz remo e balé durante a juventude. Mas não deixo de malhar braço. Se depender de mim, não vai cair nunca”, diz Susana Vieira, dona de tríceps acentuados, especialmente se for levada em conta sua idade: 67 anos. A primeira-dama americana, Michelle Obama, de 45 anos, também chamou a atenção do mundo no início do ano, quando fez suas primeiras fotos para a revista Vogue com os braços nus.
Coroas “braçudas” se multiplicam, criando um novo referencial de beleza feminina. Mas, para chegar lá, não basta pegar peso. Segundo o professor de educação física e colunista de ÉPOCA Marcio Atalla, exercícios aeróbicos e alimentação balanceada são outros fatores importantes para uma mulher ter o braço de seus sonhos. “Se o músculo estiver forte, mas a gordura continuar ali, não há o efeito esperado”, afirma.
Caminhadas ou corridas e corte nos doces e nas frituras são primordiais para os membros “secarem” e os músculos mostrarem sua definição. E qualquer mulher pode ter o braço sarado? A resposta não é definitiva – afinal, milagres acontecem. Mas dificilmente quem foi ociosa a vida toda, nunca se importou com ganho de peso e chegou a certa idade vai conseguir dar a volta por cima. “Mas, mesmo que ela não consiga atingir a perfeição, só diminuir a pelanca e evitar as celulites no braço já é importante para elevar a autoestima”, diz Atalla.
Esquecer os limites é que é o problema. A extrema magreza, somada a uma musculatura acentuada, pode criar uma imagem realmente estranha. “O grande exemplo é a Madonna”, diz Atalla. Recentemente, a estrela pop foi flagrada por paparazzi extremamente magra e com os músculos dos braços praticamente saltando. “Uma figura feia demais”, diz o professor. O segredo é balancear as necessidades estéticas com o próprio biótipo. Malhar só braço pode desequilibrar a fisionomia feminina. Sem falar que, se a mulher desenvolver os músculos do braço sem reduzir a gordura, ficará com membros enormes e desproporcionais. E aí, tchau, beleza.
Que par de braços!
Algumas mulheres famosas que aderiram à moda dos braços musculosos e (quase sempre) bonitos


Susana Vieira
A atriz de 67 anos fez remo e balé na juventude e hoje faz musculação com pesos de 5 quilos para fugir da flacidez



Madonna
A rainha da malhação chegou aos 50 com braços fora do tom, segundo as fotos de paparazzi que rodaram o mundo todo recentemente



Michelle Obama
Os braços torneados da primeira-dama americana, de 45 anos, combinam com seu temperamento de mulher forte



Bruna Lombardi
Nas últimas aparições nas telas, como no filme O signo da cidade, ela mostrou braços fortes aos 57 anos



Cristiane Torloni
Abuso de decotes e alcinhas na novela das 8 mostra que aos 52 anos ela não deixa de malhar os braços

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Oito soluções para os dilemas do romance no trabalho

Ter certeza dos sentimentos é uma das alternativas para evitar a superexposição

Pisar neste terreno é quase como percorrer um campo minado, mas muita gente se arrisca mesmo assim - e grande parte não se arrepende: o romance no ambiente de trabalho. O que muitas vezes começa com uma despretensiosa troca de olhares pelos corredores pode evoluir para algo mais sério. Mas passada a euforia inicial, quase sempre vem a dúvida: Como gerenciar a situação na empresa? A preocupação não é à toa. Separar as questões profissionais das pessoais é um desafio e é preciso ter muito traquejo para lidar com ele.

As estatísticas apontam que o relacionamento amoroso entre os funcionários é algo bastante comum. E a conta é simples. Se as pessoas empregam grande parte do seu tempo no trabalho, portanto, é natural que os vínculos com os colegas fiquem cada vez mais estreitos. Uma pesquisa realizada pela sexóloga americana Shere Hite (Sexo e Negócios, Bertrand Brasil, 2008) com 790 profissionais americanos e europeus revelou que sete, em cada dez homens, e seis, em cada dez mulheres, já tiveram algum envolvimento com alguém no trabalho. "A proximidade permite que as pessoas vivam dentro das empresas suas alegrias e decepções e, nessas horas, quem está ali, sempre por perto, é o colega. Com o tempo, passa a ser natural vê-lo com outros olhos, que não sejam apenas os profissionais", afirma o psicólogo Alexandre Bez.

Mas quando a relação se estabelece é preciso lidar com questões delicadas, como tornar o romance público, por exemplo, e não deixar que a sua produtividade seja afetada. Ou, se o sentimento não for recíproco, saber encarar o fato sem traumas para a sua autoestima. A seguir, especialistas dão dicas para enfrentar a situação sem perder o equilíbrio emocional e também não colocar a carreira em risco.

1. O que fazer antes de partir para a conquista?
Antes de investir na relação e se declarar para o colega, consulte seu coração e perceba se ele realmente bate mais forte por aquela pessoa, pois o que pode parece paixão, muitas vezes, é apenas uma carência decorrente de alguma situação pessoal delicada. "Tente ser discreto e preste atenção na sua reação quando está perto da pessoa para identificar se o sentimento é realmente verdadeiro, assim você não se expõe à toa" , diz Alexandre Bez.

2.Como faço para saber se o que sinto é recíproco?
Para a psicóloga Tânia Vieira, a melhor saída para resolver uma paixão como essa é não guardar o sentimento para si mesmo. "Quanto mais a pessoa cala o que sente, mais cria expectativas e, caso não forem correspondidas, mais ela ficará frustrada", explica. Por isso, ela sugere uma conversa franca e discreta para que ninguém alimente esperanças em vão ou para descobrir se o outro lado se sente da mesma forma. O local para o bate-papo vai depender da receptividade do outro, mas o ideal é evitar o assunto no ambiente de trabalho. A atitude demanda um bocado de coragem, mas com a resposta clara, seja ela positiva ou negativa, fica mais fácil encarar a realidade. "Às vezes, não nos declaramos com medo de ouvir um 'não' , mas parta do princípio de que o 'não' você já tem. Se um 'sim' vier, ótimo", explica.

3.Como lidar com o "não" ?
Segundo Tânia, a solução é aceitar o 'não' e partir para outra. E o segredo é não ficar remoendo e alimentando a desilusão. "A manutenção de sentimentos de rejeição e vingança pode acarretar em obsessão e em outras patologias graves, como a depressão, que certamente prejudicarão seu rendimento no trabalho e sua vida pessoal", diz ela.

4.E se for um "sim"?
Quando a recepção é positiva e o namoro decola, os especialistas são unânimes: assumam o relacionamento. "O primeiro passo é conversar com o superior, depois com os colegas, assim evitam-se burburinhos e fofocas", afirma o consultor de RH Carlos Pessoa, vice-presidente de Relações Trabalhistas e Sindicais da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRHl).

5.É hora de assumir o romance, mas empresa permite?
De acordo com Carlos Pessoa, não há nenhum ponto na legislação trabalhista que justifique a proibição, imposta pelas empresas, ao namoro entre funcionários. "Mas as empresas têm o direito de exigir uma conduta exemplar do profissional durante o período em que ele está no trabalho", explica o consultor.

Algumas empresas proíbem o namoro e até mesmo a contratação de parentes ou cônjuge de um colaborador, mas isso é ilegal. "O que as empresas podem fazer é proibir condutas inadequadas no ambiente de trabalho, tanto entre namorados como entre colegas", explica. "Mas se a chefia não permite o relacionamento entre funcionários, mantenham-se separados enquanto estiverem dentro da empresa" , diz Carlos Pessoa.

A secretária executiva Fernanda Ferracina sentiu de perto as restrições impostas pelo regulamento interno do banco onde trabalhava. Ela conta que ela e o ex-marido nunca esconderam o relacionamento de ninguém, apenas mantinham a discrição, mas quando apareceram com alianças de noivado, o romance virou público. Diante do fato, o supervisor chamou o casal para uma conversa e pediu para que um dos dois pedisse transferência de setor, porque a empresa não permitia o namoro entre funcionários. "Como eu tinha um cargo superior ao do meu ex-marido, ele optou por pedir a transferência. Continuamos trabalhando na mesma empresa, mas sempre em áreas diferentes", conta Fernanda.

6. E se a pessoa amada for seu chefe?
Segundo Carlos Pessoa, quando o relacionamento envolve funcionários de diferentes níveis hierárquicos dentro da estrutura da organização, o ideal é ser cauteloso. "Há bastante preconceito em torno dessa questão. Geralmente, os colegas de trabalho e os demais superiores não enxergam com bons olhos o relacionamento entre chefe e subordinado. Há sempre os que acreditam no interesse do funcionário de nível inferior subir de cargo através da sedução", avalia. Neste caso, o melhor caminho é dar um tempo para ter certeza de que o namoro vai durar e só então pensar em assumir o relacionamento.

7. Quando o relacionamento atrapalha o lado profissional?
Pense rápido. Você já deixou de entregar um trabalho por causa de uma briga com o parceiro? Você passa muito tempo nos bate-papos da internet com ele? Bate uma desmotivação quando a pessoa não vai ao trabalho? Se a resposta para essas perguntas foi "sim", reveja seus hábitos. Segundo a psicóloga Tânia Vieira, essas são algumas das atitudes que sinalizam se o relacionamento está interferindo no seu desempenho profissional. "O romance pode atrapalhar a produtividade do profissional quando os envolvidos passam a maior parte do tempo querendo fiscalizar o que o outro faz ou paquerando por MSN, telefone e torpedos, deixando as prioridades do horário de trabalho em segundo plano." Nessas situações, a psicóloga aconselha o distanciamento de ambos dentro da empresa para evitar a desconcentração. Caso o afastamento não resolva, o melhor é procurar um novo emprego.

8. E quando a relação termina?
Os especialistas explicam que o casal precisa entender que a vida conjugal acaba, mas que o dia a dia na empresa continua. "O ideal é manter um clima amistoso mesmo que a vontade não seja exatamente essa", diz Alexandre Bez. Ele explica que é comum a pessoa fazer intrigas sobre o ex com os demais colegas da empresa para descontar a mágoa pelo fim do namoro. "Se há sentimentos que ainda lhe maltratam, procure o outro para resolver o que incomoda e colocar um ponto final, mas não fique alfinetando e levando os dramas para o ambiente de trabalho", explica.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Mulheres superam homens em profissões de status na Grã-Bretanha, diz estudo


O número de mulheres que trabalham em profissões de status elevado na Grã-Bretanha já supera o número de homens na mesma situação, segundo um estudo da Universidade de Cambridge.

Analisando o emprego e o salário em diferentes países europeus, os pesquisadores chamaram de "uma revolução silenciosa" o fato de mulheres britânicas já controlarem profissões como medicina e advocacia.

"Antes as mulheres tinham mais chances que os homens de estar em profissões manuais, mas à medida que o trabalho manual declinou foram predominantemente as mulheres que passaram a fazer trabalhos não-manuais", afirmou o autor do estudo, Robert Blackburn.

"Inicialmente as mulheres ocuparam as profissões não-manuais de baixo nível, especialmente nas tarefas religiosas. Mais recentemente, elas têm contribuído para a expansão do emprego profissional."

Entretanto, os homens ainda recebem salários mais altos que suas colegas, afirmou o estudo. Não apenas porque mesmo trabalhos definidos como de status elevado - como enfermaria e magistério - nem sempre pagam mais que trabalhos manuais e arriscados, normalmente dominados por homens.

Além disso, afirmou o pesquisador, mesmo dentro de uma mesma profissão os homens tendem a ganhar mais, porque em geral detêm cargos mais altos.

A pesquisa analisou estatísticas de emprego de 300 profissões na Suécia, Alemanha, República Checa, Hungria, Romênia, Eslováquia, Eslovênia e Suíça.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

POESIAS-SOU MULHER!


SOU MULHER!

Eu Sou mulher!

Gentil, fiel e pecadora
Na humildade tenho a grandeza
O brilho do sol tenho nos olhos
Nos sonhos tenho o romance das estrelas

No corpo tenho o pecado e a atração
De bondade um olhar infinito
Se durmo sozinha na solidão
No meu coração está o mor mais bonito.

Sou mulher!
posso ser amante e companheira
Esposa leal, mãe extremosa
Posso ser o anjo benfazejo
Que lhe atende e lhe ama a toda hora.

Posso ser o pecado em uma vida
A desgraça de um homem sem história
Posso estender a mão ao maldito
Posso levantar quem não tem hora

Sou mulher!
Sou anjo em uma vida, diabo em outra
Sou estrela que quia a toda hora
Sou aquela que tira a melancolia
Sou a pessoa que muda a sua história

Sou Mulher!

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Pernas Definidas


Quando se pensa em exercícios, muitas vezes, vem em mente aquela imagem da academia lotada. E muitas pessoas são avessas às atividades físicas justamente porque não suportam esse ambiente e não têm ânimo suficiente para se dedicar todos os dias a um compromisso que, para elas, não é nada prazeroso.
Existem também aqueles que até gostam da academia, mas que, nesta época do ano, com festas, possíveis viagens, recessos e compromissos financeiros preferem não gastar dinheiro e adiam a prática de exercícios.
Cinco soluções sugeridas pela fisiologista Cláudia Zamberlan permitem continuar mexendo o esqueleto sem ter que freqüentar as academias, gastar dinheiro ou deixar de programar aquela viagem tão sonhada. Confira as dicas da especialista:

1- Dê férias para o elevador
Substitua o elevador pelas escadas. Se você não for viajar e tiver que continuar sua rotina, opte por subir até seu apartamento ou seu andar do trabalho a pé. A prática deste exercício ajuda a endurecer as pernas e o bumbum.
2- Dê férias aos meios de transporte
Ao invés de descer no ponto em frente ao trabalho e parar o carro no estacionamento perto da empresa, pare alguns pontos antes e vá caminhando até seu destino. Os estacionamentos mais longe também são opção, já que lhe obrigarão a se exercitar alguns minutos a mais. "Esse percurso extra ajuda a trabalhar os membros inferiores, o que ajuda a deixar as pernas mais durinhas como um todo e também a melhorar o seu fôlego", explica Cláudia.

3- Dê férias para o restaurante rotineiro
Ninguém gosta de comer sempre a mesma coisa. Variar o tempero e as opções de prato é uma ótima alternativa. Para isso, escolha restaurantes mais distantes do seu trabalho. Assim você irá fazer uma caminhada mais longa, além de ajudar na digestão. Resultado: pernas mais torneadas!

4- Dê férias para a cadeira
Levante a toda hora. Como provavelmente nos meses de janeiro e fevereiro, o trabalho estará mais calmo, coloque as pernas em movimento. Além de ficarem mais musculosas, sua circulação irá melhorar e as varizes irão dar uma trégua.

5- Alimentação balanceada também ajuda
As quatro opções acima são suficientes para ajudar os músculos das suas pernas a ficarem mais definidos, mas é preciso também ficar atento à alimentação. "Não adianta apenas fazer exercícios. É importante substituir alimentos gordurosos, cheios de açúcar, por alimentos mais leves como frutas, assados e muita água para hidratação e manter a função do organismo", destaca a fisiologista.