quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Vestidos e looks em branco para o Réveillon


Usar branco na virada do ano é tradição para a brasileira. O difícil é encontrar o vestido branco perfeito para comemorar, seja pulando as sete ondinhas ou em casa com a família. O Fashion Bubbles reuniu para você um conjunto de looks brancos, não apenas vestidos, para que você escolha o seu e entre no ano novo com o pé direito.

Confira alguns modelitos abaixo e visite o site oficial das lojas para mais fotos.

Macacão branco e vestidos brancos da coleção do Alto Verão 2010 da MOB.

Looks brancos leves e originais da Le Lis Blanc para o seu Réveillon.

Branco com cinza, com dourado e com azul no Verão 2010 da Ágatha.

Vestido curto com renda, macacão pantalona e minivestido de um ombro só. Todos da Ágatha.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

A Importância da Mãe, na Educação Escolar


De acordo com a tradição a mãe tem estado por trás do bom êxito escolar e tem sido culpada pelo fracasso escolar. Quem não conhece o caso, comum no âmbito das famílias de classe média e das escolas particulares, da mãe que acompanha assiduamente o aprendizado e o rendimento escolar dos filhos, que organiza seus horários de estudo, verifica o dever de casa diariamente, conhece professores e participa das reuniões escolares?
Quem não conhece o discurso, frequente na esfera da escola pública que atende às famílias de baixa renda, do docente frustrado com as dificuldades de aprendizagem dos estudantes e que reclama da falta de cooperação dos pais?

Sabemos que sucesso escolar tem dependido, em grande parte, do apoio direto e metódico da família que investe nos filhos, compensando tanto dificuldades individuais quanto falhas escolares. Trata-se, em geral, de família dotada de recursos econômicos e culturais. A família que está por trás do sucesso escolar, salvo exceções, ou conta com uma mãe em tempo integral ou uma supermãe, no caso daquelas que trabalham muitas horas desempenhando o papel de professora dos filhos em casa, ou contratando professoras particulares para as chamadas aulas de reforço escolar e até mesmo psicólogas e psicopedagogas, nos casos mais difíceis.
As escolas têm contado com a contribuição acadêmica da família de duas maneiras: (1) construindo o currículo (e o sucesso escolar) tacitamente com base no capital cultural similar herdado pelos alunos, isto é, com base no sistema de disposições cognitivas adquiridas na socialização primária ou educação doméstica, o que supõe afinidade cultural entre escola e família (Bourdieu, 1977; Bourdieu, Passeron, 1977); e (2) enviando o dever de casa de modo a capitalizar explicitamente o investimento dos pais, o que requer certas condições materiais e simbólicas, isto é, tempo livre, recursos econômicos (para equipar o lar com livros, computadores, contratar professores particulares) e adesão ao papel de professor, tradicionalmente assumido pela mãe (Carvalho, 1997).
Por ser considerado natural, o apoio da família ao sucesso escolar ainda permanece mais subentendido do que explícito na pesquisa e política educacional, bem como na prática escolar. Igualmente subentendido permanecem as relações de classe e, sobretudo, de gênero, que compõem os modelos de família que conduzem ao sucesso ou ao fracasso escolar.
No caso da escola pública, reconhece-se que os baixos níveis de escolaridade e renda de sua clientela desestimulam tanto a participação dos pais nas reuniões escolares quanto a adoção de deveres de casa. Agora, porém, o modelo de envolvimento dos pais na escola está sendo assimilado no contexto da atual tendência à descentralização da gestão educacional e melhoria da produtividade e qualidade escolar no sistema de ensino público.
Com efeito, a retórica liberal do Banco Mundial está vendendo aqui a idéia da necessidade do apoio dos pais e da comunidade, bem como da maior freqüência dos deveres de casa, como. Fatores determinantes da eficácia escolar.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Lingerie ideal para mulheres magras

As mulheres magrinhas demais tem uma certa dúvida no que usar por baixo da roupa para ficarem lindas, bem, a verdade é que as mulheres magras, com poucos seios e também sem muito bumbum têm um pouco de vergonha de usar as langeries sensuais que mulheres mais avantajadas usam, mas o fato é que, mulheres magrinhas também podem usar sim esse tipo de langerie, aliás, devem usar, e não devem ter vergonha nenhuma de seu corpo.

Uma dica é usar sutien com bojo, que modelam os seios e deixam uma aparencia de que eles são maiores. Já a calcinha, se você quiser usar uma fio dental, prefira as que têm uma faixa mais larga de tecido ou renda logo acima do bumbum, estas também se ajustam melhor ao corpo das muito magras.

Abuse também das lingeries estilo espartilho, se você é magra, esse tipo se ajusta perfeitamente e te deixará muito sensual, nada de usar calcinhas maiores para parecer que seu corpo é maior, isso é lenda, use a lingerie que você se sinta bem, não tenha vergonha de se mostrar, porque afinal, a lingerie é muito mais que uma roupa, é também um instrumento de sedução.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Dicas de Natal


Arranjos de Natal

Materiais:
Bola de isopor de 100mm
Vela
Galhos de Tuia
Trincha Pinctore Tigre ref. 185 nº 01
Pincel Pinctore Tigre ref. 815 nº 10
Broxinha Pinctore Tigre ref. 865 nº 08
Cola quente
Laço aramado dourado
Stencil Barrado
Tinta Acrílica Fosca Acrilex na cor vermelho
Pátina em Cera Acrilex na cor Ouro Iridescente
Goma Laca Incolor Acrilex
Glitter
Palito
Passo a passo:

Espete o palito na bola de isopor para facilitar o manuseio. Utilizando a trincha Pinctore Tigre ref. 185 pinte a bola de isopor com a tinta acrílica fosca na cor vermelho. Aguarde a secagem e repita a pintura. Coloque o stencil na bola e aplique a pátina em cera com a broxinha Pinctore Tigre ref. 865 nº 08. Misture a goma laca incolor com o gliter e pinte a bola com o pincel ref. 815. Faça um laço com a fita e cole com a cola quente onde ficou o furo do palito. Disponha os galhos de Tuia, a vela no centro da mesa e coloque as bolas nas laterais da vela. Se quiser, coloque mais enfeites para decorar a mesa.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

A PUBERDADE FEMININA


PUBERDADE

Puberdade Feminina

A puberdade feminina se inicia, em geral, entre 11 e 14 anos, variando esse período de pessoa para pessoa. Em geral, a puberdade tem inicio com a primeira menstruação (menarca), que coincide com o surgimento de uma série de transformações do corpo que já se vinham manifestando na fase conhecida como pré-puberal.

Geralmente a partir dos dez anos a menina cresce vários centímetros em pouco tempo, sua cintura se afina, os quadris se alargam, os seios começam a avolumar-se e surge uma leve pilosidade no púbis e nas axilas.

Paralelamente, as glândulas sudoríparas se desenvolvem, tornando o odor do corpo mais intenso e provocando maior sudorese nas axilas. Essas mudanças, causam uma certa sensação de insegurança e inquietação na menina, culminam com a primeira menstruação. Durante os dois anos seguintes à primeira menstruação os ciclos podem ser ainda irregulares, mais longos ou mais breves.

As transformações que se verificam no período pré-púbere são resultados da atividade dos ovários, sobre a qual atua a hipófise. Ao nascer, a menina tem no ovário entre duzentos mil e quatrocentos mil óvulos, dos quais apenas cerca de quatrocentos serão utilizados ao longo de todo período fértil (até os 50-55 anos).

No menino, as transformações começam um pouco mais tarde, por volta de 13 anos e são muito mais demoradas que nas meninas. Os primeiros sinais dessa transformação são, basicamente, o aumento no tamanho dos órgãos genitais, o nascimento da barba e o aparecimento de pelos na região pubiana, nas pernas, nos braços e no peito.

Esse crescimento dos pêlos depende da genética e varia muito de pessoa para pessoa. Além disso, essas mudanças são acompanhadas de modificação da voz, a qual fica mais grave. O esqueleto se alonga, os músculos se enrijecem, o tronco e os ombros alargam e a pele se torna muito mais gordurosa, o que favorece o aparecimento da acne. É nessa época que os meninos já podem ter sua primeira ejaculação.
Mas a puberdade, tanto no menino quanto na menina, não proporciona apenas mudanças físicas mas, sobretudo, psicologicamente. As alterações hormonais despertam a sensibilidade sexual e, conseqüentemente, é neste período que muitos adolescentes começam esporadicamente a ter relações sexuais.

Essas alterações hormonais e as eventuais incapacidades ou relutâncias em adaptar-se às alterações físicas contribuem também para alguns estados de depressão, característicos dos adolescentes. Alternadamente, se observam períodos de intensa energia física, entusiasmo e inquietação sem limites.
Também pode se observar, em alguns casos, uma reação de rebeldia, de oposição e irritabilidade. Apesar da maioria dos adolescentes ser dependente economicamente dos pais, normalmente eles sentem grande desejo de exprimir a sua própria personalidade, formar o seu caráter definitivo.

Nessa fase os adolescentes costumam ansiar entusiasticamente por sensações novas, chegando a fumar, tomar bebidas alcoólicas ou usar drogas, tudo isso como forma de auto-afirmar uma certa independência.

Portanto, a puberdade é marcada por significativas mudanças biológicas e psicossociais. É neste momento que ocorre, simultaneamente, maior separação do filho em relação aos pais e maior busca de novos laços afetivos extra-lar.

No período da adolescência-puberdade, as pessoas enfrentam exigências sociais novas e, às vezes, drásticas. Fazer tudo que fazem os adultos não pode, nem pode fazer coisas de crianças, pois o adolescente não é um nem outro. Entre meninos e meninas da mesma idade surgem abismos intransponíveis, pois os ritmos de amadurecimento para os meninos e para as meninas são diferentes. Isso também pode gerar conseqüências psicossociais importantes.

A revolução bio-psíquica da adolescência pode proporcionar também, um prejuízo em relação ao desempenho escolar. Enquanto no início do ensino fundamental as notas estejam altamente relacionadas à inteligência, na sexta e na sétima séries, a motivação parece ser o fator mais importante. Na fase inicial da adolescência, o sujeito utiliza a lógica, o raciocínio e o pensamento abstrato, mas não de maneira tão intensa devido à carência de motivação.


ANORMALIDADES NO DESENVOLVIMENTO DA PUBERDADE

Nas transformações do estado físico da criança para o adulto, se dá, inclusive, pelo surgimento dos caracteres sexuais de adulto. Algumas vezes essas alterações ocorrem muito cedo ou muito tarde. Quando essas alterações ocorrem cedo demais, chamamos Puberdade Precoce, ao contrário da Puberdade Atrasada, quando ocorrem tarde demais.

Quando as meninas com menos de 8 anos de idade ou os meninos com menos de 9 anos de idade começarem a desenvolver sinais de puberdade, estaremos diante de uma condição que chamamos de "puberdade precoce". Isso acontece numa criança a cada 5.000 a 10.000 crianças.

Essas crianças devem ser avaliadas e provavelmente tratadas, porque o surto de crescimento na estatura que acompanha a puberdade ocorrerá também cedo demais e elas pararão de crescer mais cedo também. Essas pacientes, muito provavelmente, não serão tão altas quanto poderiam se tivessem sua puberdade na época correta. Além disso, essas crianças podem sofrer embaraço com relação ao seu desenvolvimento precoce levando-as a dificuldades sociais.

A Puberdade Precoce nas meninas proporciona o desenvolvimento precoce das mamas, pêlos pubianos e axilares e a ter menstruações. Nos meninos, a Puberdade Precoce faz com que o pênis e os testículos se tornem mais desenvolvidos, podendo surgir também pelos axilares e pubianos.

Porque isso acontece? Na maioria das vezes não há motivo especial para o surgimento desses sintomas antes da idade normal. As causas podem ser funcionais, quando a hipófise provoca o inicio do desenvolvimento puberal sem causa orgânica evidente (veja mais), ou tumorais, quando tumores glândulares produzem hormônios sexuais e vão iniciar a puberdade.

É consensual que a idade em que uma mulher atinge a puberdade é bastante variável e influenciada por fatores pessoais e ambientais. Não é incomum a puberdade começar um pouco mais cedo ou um pouco mais tarde que a média e entre os muitos fatores de influência, se inclui a hereditariedade, o grupo étnico, o tipo do corpo, nutrição, estilo de vida, toxinas ambientais, etc.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Carla Camurati-Diretora de cinema do brasil


Durante toda sua trajetória, o Cinema Nacional registra casos de atrizes que acabaram atrás das câmeras, tornando-se cineastas – Carmen Santos, Gilda de Abreu, Norma Bengell e Ana Maria Magalhães são alguns exemplos. E nessa galeria está reservado, sem dúvida nenhuma, um lugar todo especial para Carla Camurati.

Nascida em 14 de outubro de 1960, no Rio de Janeiro, Carla Camurati inicia sua carreira artística no início da década de 80, com trabalhos no teatro, na televisão e no cinema. Mesmo atuando em novelas, inclusive como protagonista, a atriz sempre marcou presença nas telas, onde estréia já levando para casa um prêmio: o de Melhor Atriz Coadjuvante no Festival de Gramado, pela atuação no surpreendente `O Olho Mágico do Amor`.

Filme de estréia dos parceiros José Antonio Garcia e Ícaro Martins, a ação de `O Olho Mágico do Amor` está situada na Boca do Lixo – famosa rua do Triunfo em São Paulo, onde se agregavam produtores, distribuidores e exibidores, marcada pelo universo das pornochanchadas.

Carla Camurati torna-se então musa da dupla, com quem realiza uma trilogia composta ainda pelos filmes `Onda Nova` e `Estrela Nua`. Na década de 90, participa também de `O Corpo`, agora dirigida só por José Antonio Garcia.

Como atriz, Carla Camurati tem bons momentos no cinema brasileiro, como no curta `A Mulher do Atirador de Facas`, no urbano paulista ´Cidade Oculta´, em `Eternamente Pagu` e em `Lamarca`.

No entanto, seu maior sucesso se dá ao dirigir seu primeiro longa, `Carlota Joaquina, Princesa do Brasil`, em 1995. O filme leva mais de um milhão de espectadores às salas e torna-se símbolo oficial da retomada do cinema brasileiro.

A atriz, que já vinha da direção de dois curtas, `A Mulher Fatal Encontra o Homem Ideal` e `Bastidores’, parte então, depois de ´Carlota`, para a direção de mais dois filmes: `La Serva Padrona` e `Copacabana`, afastando-se, por enquanto, da carreira de atriz.

Carla Camurati é sócia das produtoras Bianca de Felippes e Bianca Costa na “Copacabana Filmes e Produções”. Além da produção dos filmes da cineasta, a Copacabana distribuiu títulos como “Bellini e a Esfinge”, de Roberto Santucci, e “Janela da Alma”, de Water Carvalho e João Jardim.

O novo filme produzido pela Copacabana é o belo “Espelho D’Água – Uma Viagem pelo Rio São Francisco”, de Marcus Vinícius Cezar.


- `O Olho Mágico do Amor` (1981), de José Antônio Garcia e Ícaro Martins - atriz;
- `Onda Nova` (1983), de José Antônio Garcia e Ícaro Martins - atriz;
- `A Estrela Nua` (1984), de José Antônio Garcia e Ícaro Martins - atriz;
- `A Mulher do Atirador de Facas` (1984), curta de Nilson Villas-Boas - atriz;
- `Os Bons Tempos Voltaram: Vamos Gozar Outra Vez` (1985), de Ivan Cardoso e John Herbert - atriz;
- `Cidade Oculta` (1986), de Chico Botelho - atriz;
- `Eternamente Pagu` (1987), de Norma Bengell - atriz;
- `A Mulher Fatal Encontra o Homem Ideal` (1987), curta de Carla Camurati, roteiro, direção e atriz;
- `Bastidores’ (1990), curta de Carla Camurati, roteiro e direção;
- `O Corpo` (1991), de José Antônio Garcia – atriz e roteirista (co-roteiro J.A.Garcia);
- `Ele me Bebeu’ (1991), roteiro com José Antonio Garcia;
- `Lamarca` (1994), de Sérgio Rezende - atriz;
- `Carlota Joaquina, Princesa do Brasil` (1995), de Carla Camurati, roteiro (co-roteiro Melanie Dimantas) e direção;
- `La Serva Pdrona` (1998), de Carla Camurati – direção e roteiro;
- `Copacabana`(2001), de Carla Camurati – roteiro e direção;
- `Espelho D`Água - Uma Viagem Pelo Rio São Francisco' (2004), de Marcus Vinícius Cézar - produtora

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Com bom humor, guarda-vidas mulheres enfrentam cantadas nas praias de SP

Minoria na corporação, elas têm rotina tão puxada quanto os homens.
Preparo físico e treinamento intenso são fundamentais para as bombeiras.
Elas ficam horas sob um sol escaldante, encaram o mar bravio, treinam constantemente e salvam banhistas em situação de risco. Após encarar essa rotina estafante, as bombeiras que atuam como guarda-vidas no litoral paulista têm muitas vezes de encarar, com charme e bom humor, cantadas e até preconceito de homens. O G1 esteve na praia de Martin de Sá, em Caraguatatuba, a 173 km de São Paulo, e conheceu três guarda-vidas.


Minoria na corporação – dos 98 guarda-vidas permanentes que atuam no Litoral Norte paulista, apenas duas são mulheres –, elas, às vezes, enfrentam situações durante o dia a dia que não estão previstas no treinamento. Outras salva-vidas temporárias também atuam no litoral nos períodos de maior movimento.

A soldado Isabel Cristina Brás, de 32 anos, por exemplo, se lembra do diálogo travado com um banhista machista. Ao avistar o homem se debatendo no mar de Maresias, em São Sebastião, também no Litoral Norte, Isabel atravessou a praia correndo, pulou na água e nadou até a vítima. “Quando me aproximei, ele viu que era uma mulher e falou: ‘Não precisa, estou bem’”, disse a bombeira.


Bombeiras posam em Caraguatatuba
O banhista, porém, pediu para que ela o acompanhasse até a areia. “Ele não aceitou chegar até a praia carregado por uma mulher”, afirmou.

Desafios
Além desses percalços, elas enfrentam os mesmos desafios que seus colegas homens. “É preciso ter um condicionamento físico muito bom para aguentar”, afirmou a soldado Simone Serra Vieira, de 39 anos – há 19 no Corpo de Bombeiros.

O preparo é fundamental para a profissão, já que não há restrições a quem elas têm de atender em situações de afogamento. “Salvamos qualquer um: criança, adulto, homem, mulher. Vítima é vítima”, afirmou Isabel. Por isso, o treinamento, igual ao dos homens, é constante – e puxado –, com corrida, natação e simulação de salvamento.


Soldado Isabel simula salvamento
O uniforme das guarda-vidas é idêntico à roupa usada pelos bombeiros homens nas praias: camiseta regata, short, boné e óculos escuros. Apesar de a farda não lembrar em nada o voluptuoso maiô das guarda-vidas norte-americanas do seriado "Baywatch" (sucesso estrelado pela atriz Pamela Anderson), as mulheres chamam a atenção dos marmanjos na areia.

Questionadas a respeito de cantadas, as bombeiras informaram que ouvem muitos elogios e gracinhas. “Dizem: ‘Vou me afogar, você terá de me salvar’”, diverte-se a soldado Simone. Quando esses “elogios” são proferidos, elas apenas ignoram. Se houver insistência, os colegas estão sempre por perto. “Deixamos para eles darem a resposta”, concluiu, sorrindo, a guarda-vidas.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Consciência negra


Entre no clima da negritude e comemore o Dia da Consciência Negra
O clima é de festa para a negritude! Isso porque dia 20 de novembro comemora-se o Dia da Consciência Negra - dedicado à reflexão da inserção do negro na sociedade brasileira. A data escolhida é a mesma do dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695. Pois bem, e fato é que os negros têm mesmo muito o que comemorar. Na música, na literatura, na televisão e no cinema eles estão com tudo. Afinal, black is beautiful!

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Francine Piaia faz homenagem para Michael Jackson

Ex-BBB foi fotografada com figurino inspirado no cantor

Francine Piaia fez uma homenagem para o cantor Michael Jackson ao fotografar para um ensaio vestida como o popstar. As fotos foram feitas pelo fotógrafo João Pedro Sampaio.

“Estávamos fotografando para capa de uma revista, e eu já tinha em mente algum tipo de homenagem a Jackson, só faltava saber como e com quem. A Fran topou na hora, mas a princípio não entendeu como ficaria a brincadeira. Como inspiração, a música do Michael tocava no estúdio e aos poucos ela foi entrando no clima”, contou o fotógrafo.

A ex-BBB se surpreendeu com o resultado.“ É bem verdade que não sabia ao certo como iria ficar, mas confio demais no trabalho do João Pedro, então disse a ele pra fazer o seu melhor, e o resultado esta aí, com cara de super produção, né ?”, elogiou.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Nicole Kidman interpreta no cinema o primeiro transsexual da história

‘The danish girl’ tem direção de Tomas Alfredson, de ‘Deixa ela entrar’.
Na trama, Kidman é casada com personagem de Gwyneth Paltrow.
Nicole Kidman vai interpretar o holandês Einar Wegener, o primeiro transsexual de que se tem registro no mundo, no filme “The danish girl”, informa a revista Variety nesta segunda-feira (9). Gwyneth Paltrow viverá a esposa do personagem de Nicole, uma pintora que incentiva o marido a fazer uma cirurgia de mudança de sexo.


Nicole Kidman e Gwyneth Paltrow serão marido e mulher no filme 'The danish girl'.
A produção, que começa a ser rodada em 2010, é dirigida por Tomas Alfredson - de “Deixa ela entrar”, drama sobre uma menina-vampira que atualmente está em cartaz nos cinemas brasileiros.

Inicialmente, quem faria o papel de Greta, a esposa de Nicole na história, seria a australiana Charlize Theron. A atriz desistiu do papel devido a problemas de agenda – ela está filmando também “The ice at the bottom of the world”, de Mark Richard, com Meryl Streep no elenco.

“The danish girl” é adaptado do livro homônimo do escritor americano David Ebershoff. O roteiro é assinado por Lucinda Coxon, de “Meu amor, minha perdição” (2002).

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

A mulher na Polícia


Nos países desenvolvidos já não se discute a presença das mulheres nas polícias ou nas Forças Armadas, o óbvio fato da mulher ser capaz de manusear armamentos, pilotar um aviões ou aplicar técnicas de condução a um indivíduo exaltado já são suficientes para admitir e desejar o apoio delas na atividade policial/militar. Além disso, não se pode desconsiderar a necessidade de mulheres em procedimentos policiais envolvendo outras mulheres — o próprio Código de Processo Penal brasileiro prevê a necessidade de uma mulher para fazer busca pessoal em outra mulher, para que não haja constrangimento à abordada.
Isso falando-se na operacionalidade, na técnica policial propriamente dita. Partindo para o serviço administrativo/burocrático, vejo que as mulheres têm diversas características que as fazem, de maneira geral, atuarem de forma mais eficiente que o homem. Considero-as mais detalhistas e cuidadosas, e geralmente com mais facilidade de dedicarem-se a seus objetivos.
Apesar disso, ainda há no Brasil quem discuta a presença delas nas corporações policiais. Um dos argumentos utilizados é o da força bruta, fator que as mulheres indubitavelmente têm desvantagem em relação aos homens. O problema é que a todo momento estamos treinando e recebendo orientações no sentido de diminuir o uso da força bruta, substituindo-a por técnicas eficientes de contenção e defesa. Assim, definitivamente, não há razões óbvias para sustentar esse argumento.
Mas o preconceito está aí, advindo da sociedade como um todo, e a cada dia que passa sendo desconstruído, aos poucos. Aqueles que são defensores duma polícia isolada da sociedade, fechada em si e impenetrável às diversas minorias que compõem nossa organização social, vêem a mulher como uma ofensa a esse purismo de truculência, rusticidade e empáfia característicos de organizações militares de séculos passados.
Do mesmo modo que me ponho contra os críticos das mulheres nas polícias, vejo com reserva as mulheres que usam o estigma do machismo para se defender de todos os problemas por que passam nas corporações policiais. Algumas chegam a atribuir punições disciplinares e outras medidas administrativas impessoais à discriminação de gênero. É natural que isso ocorra, tal qual o anticorpo que traz efeitos colaterais, mas é preciso sempre vigilância, para que não se dê fundamento aos críticos das mulheres policiais.
Cabe às mulheres, como aos homens, atuar com profissionalismo e dedicação, sem deixar margens para críticas que costumam usar um mau exemplo como se fosse algo genérico. Conheço homens que são maus policiais e mulheres que são ótimas policiais, e vice-versa. A verdade é que nem deveríamos gastar nossas palavras com esse assunto, mas sempre é bom ajudar no processo de desconstrução de idéias infundadas e frouxas.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

'Sexy, desbundada, linda': famosos falam sobre show de Dita Von Teese

Stripper mais bem paga do mundo faz show para plateia vip em São Paulo



Dita Von Teese se apresentou em São Paulo

A artista burlesca Dita Von Teese, ou se você preferir a stripper mais bem paga do mundo, fez um de seus famosos shows na noite desta quarta, 28, em São Paulo, para uma plateia seleta e famosa. "É a primeira vez que me apresento na América do Sul, vou fazer o que eu faço de melhor", contou Dita ao EGO, antes de se apresentar.

O espetáculo de apenas sete minutos, em que ela se despe e depois dança de tanguinha em uma taça, agradou a maioria dos convidados famosos que estavam por lá. "Ela é incrível, tem uma sensualidade que não é vulgar. Uma caracterização de época que eu acho muito legal", contou Guilhermina Guinle.

Marina Morena, Zé Pedro e Salette Campari fazem coro com Guilhermina. "Ela tem uma beleza plástica que é uma das coisas mais incríveis que eu já vi. Parece um desenho", opinou a afilhada de Gilberto Gil. "Foi maravilhosa, dou nota mil", resumiu o DJ. "vou fazer um show assim na laje lá de casa amanhã. Vou pegar um caixa d'água e só vai dar eu", brincou a drag queen referindo-se ao número que Dita faz dentro da taça com líquido.

O corpão da diva também chamou atenção. "Ela é linda, tem um corpão", disse Paula Burlamaqui. "Eu achei legal. Mas pra mim, faltou bunda", opinou Rachel Ripani.

A stripper mais bem paga do mundo fez um de seus famosos shows para uma plateia seleta e famosa

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

"A mulher no sistema carcerário"


Breves reflexões

"Às vezes a idéia vem e me tonteia. É o barato da idéia. Trago bom de saudade e a presença de algo jamais esquecido.
Suor. Movimentos musculares. Dedicação. Enxugo suor e as lágrimas.
Estas furtivas, aquele despudorado. É o prazer vertido em gotas.
Fluxo de feminino dentre os poros. Não sangro mais, verto!!"

O encontro "A Mulher no Sistema Carcerário" foi obra do desejo de várias mulheres, advogadas, juízas, psicólogas e operadoras do direito voltadas à causa das presidiárias brasileiras. O preparo do encontro foi cuidadoso e resultou em profícuo espaço de troca de idéias, conhecimento e de pensar soluções. Quis aqui, deixar fixadas minhas considerações, mais de cunho emocional do que técnico, de tal encontro. Findo o evento, conversei com vários participantes e, pude notar que, somado ao sucesso técnico, calou fundo na alma uma sensação cinza, estática, de encontro com a face abjeta da dor. Vozes denunciaram: uma presidiária, devidamente algemada, deu à luz a um filho; outra, grávida de gêmeos, perdeu os filhos no parto, já que o médico, por telefone, diagnosticou suas dores como "mera dor de barriga"; mães presidiárias ficam algemadas durante visitas de filhos e familiares; outras, têm vaga notícia de seus filhos, os quais teriam sido postos em família substituta sem que elas tivessem tomado conhecimento de qualquer ação judicial de seu interesse.

Na sutileza da perversão de um sistema presidiário, que desrespeita o homem preso, que parcela cabe às mulheres presas que são obrigadas ao uso de uniforme semelhante ao deles? Calças compridas, sempre. Nada de uso de saias! Nada de olhar-se no espelho e ver-se mulher, quiçá ser mãe, quiçá ter desejos. Nada de "estereótipos" femininos. Nada de sonhos, de auto reconhecimento como ser humano e ser mulher! Atenção, aquela que der um beijo, contido que seja, em seu marido ou companheiro durante uma visita, será castigada! Aquela que dividir amor e respeito com outrem, dentro da prisão, será alijada de tal companhia e, os futuros encontros serão devidamente negociados com quem detém o poder de abrir e fechar portas de uma prisão ($$$). Emoções! Nenhuma. Só o seco engolir do ódio de estar presa por tráfico e assistir ao tráfico dentro do presídio! Ora, ora, é de lascar! Bem questionou o filósofo: é triste o homem porque vive ou porque morre? Por que vive, é claro! Não se pode cogitar da felicidade, como obra humana ou divina, quando se tem, bem perto, ao lado mesmo, tanta dor, tanta desolação! Ah! e como agir, como atuar com um barulho desses?! Ah, como ser juiz, dizer o direito, interpretar a vida e os fatos, medir a pena, aplicá-la em doses corretas e fazer realizar seu justo e correto cumprimento?! Melhor desconhecer esses fatos, e apenas voltar os olhos e o contrito coração a torres que caem?! Melhor esquecer?! Ou lutar?! Ou ousar mudanças! Trocar verbos, adjetivos e humanizar decisões legítimas! Pois é, dá o que pensar. Pensemos, então.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Amy Winehouse abre blusa para mostrar silicione

Cantora turbinou os seios no começo do mês

Amy Winehouse voltou a fazer pose para os paparazzi ao ser flagrada, em Londres, na noite de domingo (18). Turbinada depois de colocar próteses de silicone, a cantora inglesa abriu a blusa para poder mostrar aos fotógrafos sua nova aquisição.

Decotadíssima e com um vestido curtíssimo, ela se deixou fotografar enquanto chegava a um restaurante na capital inglesa com o amigo Tyler James. Segundo a imprensa internacional, Amy Winehouse teria gastado cerca de 57 mil dólares com a cirurgia plástica.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Varizes, um mal que acomete principalmente as mulheres

O QUE SÃO VARIZES ?

Varizes são veias dilatadas e tortuosas que se desenvolvem sob a superfície cutânea. Dependendo da fase em que se encontram, podem ser de pequeno, médio ou de grande calibre.
A palavra variz se origina do latim: VARIX que sigifica SERPENTE.
As veias mais acometidas pela doença varicosa são as dos membros inferiores: nos pés, pernas e coxas.
Algumas pessoas apresentam minúsculas ramificações, de coloração avermelhada. Estes casos costumam ser assintomáticos e provocam apenas desconforto estético em seus portadores. Esses pequenos vasos são de localização intradérmica.

Figura 1 – Estes pequenos vasos são chamados também de microvarizes, aranhas vasculares e telangiectasias.

COMO SE FORMAM AS VARIZES?

As varizes se constituem num dos problemas mais antigos do ser humano.
O sangue é bombeado pelo coração para dentro das artérias que, por sua vez, levam este sangue para todas as partes de nosso corpo. Todas as células de nosso organismo são nutridas por este sangue.
Já as veias têm como função drenar o sangue de volta para o coração. Este caminho que o sangue percorre desde a sua saída do coração pelas artérias até o seu retorno pelas veias para o coração recebe o nome de CIRCULAÇÃO.

Andar sobre as duas pernas criou um sério problema para a circulação: o coração fica bem distante dos pés e das pernas. O sangue desce muito facilmente do coração até as pernas e os pés, através das artérias. Mas precisa desenvolver esforço muito grande para voltar dos pés e pernas até o coração. E este esforço é desenvolvido contra a força da gravidade. Esta tarefa de retorno venoso é executada pela veias. Por isto a natureza lança mão de alguns mecanismos para facilitar o retorno do sangue das pernas até o coração:


Válvulas venosas – a natureza municiou as veias dos membros inferiores com estruturas muito delicadas, porém resistentes, chamadas de válvulas venosas. Estas válvulas servem para direcionar o sangue para cima. E este trabalho tem que ser feito permanentemente, por anos e anos. Na pessoa normal a válvula se abre para o sangue passar e se fecha para não permitir que o sangue retorne. Esta atividade se torna mais fácil quando estamos deitados ou com as pernas elevadas. Em algumas pessoas, com o passar do tempo, váris fatores podem determinar ou provocar um mau funcionamento destas válvulas. Com a idade, ou devido a fatores hereditários, as veias podem perder a sua elasticidade. Essas veias começam a apresentar dilatação e as válvulas não se fecham mais de forma eficiente. A partir daí o sangue passa a refluir e ficar parado dentro das veias. Isto provoca mais dilatação e mais refluxo. Esta dilatação anormal das veias leva à formação das varizes.
Algumas pessoas têm veias mais fracas e menos resistentes a este trabalho contínuo de promover o retorno venoso. Esta característica tem um importante componente hereditário. Por esta razão existem muitas pessoas com varizes dentro de uma mesma família
• A bomba plantar – cada vez que pisamos o sangue acumulado nos pés é bombeado para cima. Por isto é tão importante caminhar.
• A bomba muscular da panturrilha – a contração dos músculos da batata da perna também serve de bomba para o retorno venoso. Mais uma vez se confirma a importância de andar.

É preciso que estes mecanismos que ajudam no retorno venoso funcionem perfeitamente; o mau funcionamento das válvulas venosas está entre as principais causas para a formação das varizes.


FATORES DE RISCO

QUEM TEM VARIZES ?


Nem todo mundo tem varizes. Calcula-se que 18% da população adulta tem varizes. Só no Brasil estima-se que mais de vinte milhões de pessoas carregam esta doença. E, dessas pessoas, as maiores vítimas são as mulheres por causa dos hormònios femininos – principalmente a progesterona que favorece a dilatação das veias. Agora, o principal fator de risco para se ter varizes é a presença desta doença na família: a hereditariedade. Veja agora outros fatores que contribuem para faforecer o aparecimento das varizes ou agravar as varizes de quem já as tem:

• Idade – costumam aparecer a partir de 30 anos de idade e podem ir piorando com o passar os anos. É pouco freqüente antes dos 30 anos. Entretanto, as microvarizes ou “aranhas vasculares”, também chamadas de “vasos”, podem aparecer em pessoas bem mais jovens.
• Sexo – as mulheres são mais propensas do que os homens;fatores hormonais da gestação, menstruação e menopausa parecem ter relação com a maior facilidade de dilatação das veias;alguns pesquisadores relatam que as terapias de reposição hormonal e anticoncepcionais aumentam o risco de varizes.
• História Familiar – se há uma incidência de varizes na família, a sua chance de ter a doença será maior.
• Obesidade – o sobrepeso aumenta a pressão sobre as veias e dificulta o retorno venoso.
• Traumatismo nas pernas
• Temperatura – exposição ao calor por tempo prolongado pode provocar dilatação das veias.Não é à toa que a incidência de varizes é um pouco menor nos países mais frios. Portanto, cuidado com a exposição excessiva ao calor do sol, das saunas, dos fornos, etc.
• Tabagismo – pesquisas revelam que a parede das veias também sofre as agressões das substâncias contidas nos cigarros
• Gravidez – Durante a gravidez a quantidade de sangue circulante aumenta e, portanto, aumenta o trabalho das veias. Aumenta também a quantidade de progesterona, aquele hormônio que dilata as veias. Outro fato que acontece na gestação: o útero vai aumentando de tamanho e vai comprimindo as veias do abdômen e da região pélvica da mulher, colocando assim um obstáculo para a subida do sangue das pernas para o coração. As “varizes” que aparecem durante a primeira gravidez frquentemente desaparecem após o parto. Já aquelas que surgem a partir da segunda gestação costumam permanecer após o nascimento do bebê.
• Sedentarismo – o movimento das pernas é muito importante para “bombear” o sangue das veias. Portanto, ficar muito tempo sentado ou em pé parado é muito ruim para o trabalho das veias. Os exercícios e o combate ao sedentarismo são muito importantes para a circulação corporal. Portanto, muito cuidado com os trabalhos em que somos obrigados a ficar parados muito tempo.
• Pílulas anticoncepcionais e reposição hormonal – mais uma vez encontramos o problema dos hormônios atrapalhando as veias da perna. Alguns pesquisadores já responsabilizam os hormônios anticoncepcionais pelo aparecimento de varizes em mulheres jovens. O Fórum da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (www.sbacv-nac.org.br) adverte inclusive para os cuidados que devem ser tomados com os remédios usados para a terapêutica de reposição hormonal (www.climaterio.org).

A IMPORTÂNCIA DAS VEIAS SAFENAS

A veia Safena Interna é a veia superficial mais longa do nosso corpo, indo desde a parte interna do tornozelo até a virilha (figura 1). Pelas suas características a veia safena é muito utilizada para substituir artérias entupidas em varias regiões do nosso corpo, principalmente as artérias coronárias ( no coração ) e artérias da própria perna. É por este motivo que algumas pessoas pensam que a safena é uma veia do coração!
Por esta razão a safena se tornou uma veia muito importante e só deverá ser retirada se estiver muito doente e não servir para a confecção de pontes também chamadas de bypass. Muitas cirurgias de varizes podem ser realizadas sem retirar as safenas, desde que não estejam muito comprometidas com a doença varicosa.
Há uma outra veia safena de tamanho menor, chamada de Safena Externa, e que se localiza na parte de trás da perna, mais precisamente sobre a panturrilha.

Figura 1 – A Safena Interna percorre toda a extensão da perna, desde a prega da virilha até o tornozelo.

QUAIS OS SINTOMAS

QUAIS OS SINAIS E SINTOMAS DAS VARIZES?

Na grande maioria das vezes a queixa principal é a estética: na posição de pé as veias ficam dilatadas, tortuosas e muito visíveis. Além disso, outros sinais e sintomas podem estar presentes. Alguns desses sinais e sintomas são:
• Presença de veias azuladas e muito visíveis abaixo da pele;
• Agrupamentos de finos vasos avermelhados que alguns pacientes referem como “pequenos rios e seus afluentes”;
• Queimação nas pernas e planta dos pés;
• Inchação, especialmente nos tornozelos ao final do dia;
• Prurido ou coceira
• Cansaço ou sensação de fadiga nas pernas;
• Sensação de peso nas pernas;
• “Pernas inquietas”
• Cãimbras

COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO

O diagnóstico de varizes é relativamente fácil na medida em que pode ser feito pela simples inspeção visual.
O seu medico poderá, através do exame físico e de algumas manobras, verificar quais as veias que estão comprometidas e se as suas safenas estão normais. Este exame inicial é feito com o paciente em pé.
O mapeamento de todos os segmentos varicosos pode ser feito também com a ajuda da ultra-sonografia venosa realizada com o Doppler. O Doppler pode também auxiliar na busca de trombos venosos e de alterações no fluxo do sangue venoso.
Nos casos mais avançados ou em que há necessidade de avaliação mais acurada o seu médico poderá solicitar exames mais sofisticados, como o Ecodoppler.

COMPLICAÇÕES DAS VARIZES

O sangue que é bombeado pelo coração para todo o corpo é rico em oxigênio e nutrientes. O oxigênio e os nutrientes são utilizados por todas as células do nosso organismo, e o sangue que volta pelas veias para o coração é pobre em oxigênio e em nutrientes. Quando temos VARIZES este sangue tende a ficar represado nas pernas. Em consequência, com o passar do tempo, os tecidos das pernas passam a ser menos oxigenados e menos nutridos.
Quando não tratadas de forma correta as varizes podem progredir e desenvolver severas complicações. Entre estas podemos citar:

• Eczema – geralmente se inicia com prurido (coceira)
• Dermatite
• Flebite e trombose – flebite significa inflamação da veia. Varicoflebite consiste na inflamação da varizes. Esta inflamação pode vir acompanhada da formação de trombo decorrente do sangue que coagula. Esta trombose superficial pode progredir para as veias profundas e aumentar o risco de embolia pulmonar.
• Pigmentação e escurecimento da pele

• Hemorragias – a pele e a parede das varizes muitas vezes ficam tão finas que facilmente se rompem. Quando isto acontece pode ocorrer uma importante perda de sangue. Este episódio é chamado de varicorragia (hemorragia proveniente de varizes).
•Úlceras – a complicação mais temida pela população é a formação de feridas nas pernas denominadas úlceras. No início cicatrizam com certa facilidade mas, com o tempo e se tratadas de forma indevida, vão se tornando mais complexas. Como existem vários tipos de úlceras ns pernas, é importante o acompanhamento de uma especialista.

Quando isto ocorrer, procure deitar-se, elevar a perna e colocar bandagens compressivas sobre o local. Feito isto, procure imediatamente o seu médico.

TRATAMENTO DAS VARIZES

Existem diferentes tipos de tratamentos para as varizes. O mais importante são as medidas preventivas. Quando estas medidas de precaução não são suficientes, o seu médico poderá indicar um ou vários dos tratamentos abaixo:
• Escleroterapia química– É provavelmente a técnica usada há mais tempo. Muito utilizada para as microvarizes ou vasos e para as varizes de calibre muito pequeno. Consiste na injeção de substancias esclerosantes que expulsam o sangue para as veias normais e entopem as veias que estão sendo tratadas. Embora essas injeções precisem ser repetidas em algumas veias, a escleroterapia costuma ser muito eficaz e com excelentes resultados quando realizada por médicos experientes.
• Cirurgia – as cirurgias de varizes estão cada vez menos agressivas. A grande maioria das varizes pode ser realizada hoje através de mini-incisões e o tempo de internação hospitalar raramente precisa passar de 24 horas. As varizes retiradas numa cirurgia não provocam danos à circulação, uma vez que as outras veias normais e o sistema venoso profundo normal se encarregam de garantir o fluxo de retorno.
• Laser escleroterapia – a escleroterapia com laser está em evolução e ainda não substitui a escleroterapia química. Não pode ser aplicada em todos os tipos de pele e ainda não dá bom resultado nos vasos de calibre maior. Novas tecnologias com laser em desevolvimento poderão ampliar a sua utilização. No Brasil alguns médicos fazem o tratamento misto: laser e injeções.
• Laser endovenoso – consiste na introdução de cateter com laiser dentro das varizes com a intenção de destruí-las pelo calor. É uma técnica ainda em fase experimental.
• Radiofreqüência – é a mesma técnica anterior usando o calor produzido por cateteres dotados de dispositivo de RF (radio-freqüência).

sábado, 10 de outubro de 2009

A mulher depois dos 30...


Para todas as mulheres com mais de 30 anos... e para aquelas que têm medo de entrar nos 30... e para os homens que têm medo das mulheres com mais de 30!

À medida que vou envelhecendo, valorizo cada vez mais as mulheres com mais de 30 anos. Estas são apenas algumas das razões porque o faço:

- Uma mulher com mais de 30 nunca te acordará a meio da noite para perguntar "Em que é que estás a pensar?". Ela não se importa com o que tu pensas.

- Se uma mulher com mais de 30 não quer ver o jogo de futebol, não se senta a teu lado a lamentar-se. Ela faz alguma coisa que queira fazer. E, geralmente, é algo mais interessante.

- Uma mulher com mais de 30 conhece-se suficientemente bem a si própria para estar certa de quem é, o que quer e de quem o quer. Poucas mulheres com mais de 30 anos ligam alguma ao que tu possas estar a pensar sobre ela ou sobre o que ela está a fazer.

- As mulheres acima dos 30 têm dignidade. Raramente terão uma discussão aos gritos contigo na ópera ou no meio de um restaurante chique. No entanto, claro, se tu mereceres, não hesitarão em dar-te um tiro.

- As mulheres mais velhas são generosas nos elogios, muitas vezes não merecidos. Elas sabem o que é não ser apreciado.

- Uma mulher acima dos 30 tem segurança suficiente para te apresentar às amigas. Uma mulher mais nova, acompanhada de um homem, ignora frequentemente até a melhor amiga, porque não confia no homem perto de outra mulher. Uma mulher com mais de 30 não se podia estar mais nas tintas se tu te vais sentir atraído pelas amigas dela, não porque confie em ti, mas porque sabe que elas não a trairão.

- As mulheres tornam-se psíquicas à medida que envelhecem. Nunca terás que confessar os teus pecados a uma mulher com mais de 30. Elas sabem sempre.

- Uma mulher com mais de 30 fica bem a usar um batom vermelho brilhante. O mesmo não se aplica às mulheres mais novas.

- Depois de ultrapassares uma ou outra ruga, vais ver que uma mulher com mais de 30 é de longe mais sexy do que qualquer colega mais nova.

- As mulheres mais velhas são correctas e honestas. Dizem-te imediatamente que és um idiota se te estiveres a comportar como tal. Nunca tens que tentar adivinhar em que pé estão as coisas entre vocês.

- Sim, nós elogiamos a mulher com mais de 30 por várias razões.
Infelizmente, não é recíproco. Por cada bela, inteligente, segura e sexy mulher com mais de 30 anos, existe um careca, barrigudo, em calças amarelas a fazer figura de parvo com uma empregada de mesa de 22 anos.

domingo, 4 de outubro de 2009

Emancipação da Mulher No Esporte


As mulheres chegam ao final do seculo XX ainda lutando, com muito charme e garra por uma maior participação feminina no esporte brasileiro.

A primeira ciclista brasileira a participar dos Jogos Olímpicos foi Claudia Carceroni, em Barcelona ( Espanha ), também foi a única a participar do Tour de France em 1989. Maís recentemente a triatleta Fernanda Keller em 1994, ficou em terceiro lugar no Ironman do Havai, na ilha Kona, com o tempo de 9h 43 min 30 s.

De esforços contínuos, seria inimaginável há alguns anos, quando a participação das mulheres no esporte, sobretudo os tidos como mais radicais, era vista como reservas por boa parte do meio esportivo a até no meio acadêmico. Afinal, muitos defendiam que as diferenças fisicas entre os sexo seriam um fator de impedimento para que as mulheres praticassem esportes como judô, box, karatê, maratona, salto com vara, salto triplo, futebol, basquete e ciclismo, que tanto demoraram para se abrir à participação feminina. A conquita de um espaço maior para as mulheres no esporte brasileiro. só tem sido possível graças ao esforço de um grupo de atletas que lutam para quebrar recordes e preconceitos.



HISTORIA DO PRECONCEITO

A historia das mulheres no esporte, a polêmica sobre a prática de atividade esportiva por mulhers é tão antiga quanto a dos Jogos Olímpicos da Antiguidade, onde os homens competiam nus e as mulheres eram proibidas até de assistir às competições. O veto às mulheres estava no primeiro ítem do regulamento Olímpico, que proibia a participação de mulheres em qualquer modalidade. Às mudanças foram lentas e que vários séculos se passaram antes que às mulheres começassem a conquistar o direito de praticar alguns esportes.

Na Idade Média, com o comportamento fortemente influenciado pelo Igreja Católica, a prática esportiva ainda continuava proibida para as mulheres. Só a partir do Renascimento é que as mulheres foram liberadas a praticar algumas modalidade feminina. A mulher só consegui conquistar um espaço mais significativo no esporte após a mudança provocada pelas idéias dos filósofos humanistas. Apesar de vários avanços, a participação efetiva do sexo feminino nos esportes competetivos aconteceu apenas nos jogos olímpicos de 1900, onze mulheres foram até Paris, na França, para participar dos I Jogos Olímpicos da era Moderna. Desde então, a participação feminina nos Jogos Olímpicos tem crescido constantemente, a ponto de restarem poucas modalidades que não oficializaram as competições para os dois sexo.

Todas as atletas reconhecem problemas para a prática do esporte inerente ao sexo, como a gravidez, mas conseguem superélo juntamente com a dificuldade de patrocínio, divulgaçào ma mídia e o preconceito. Argumentos como a masculinização da mulher esportista são derrubados todos os dias pela ciência ou pelas atletas, na medida em que se tornam mais conhecidas e respeitadas pela mídia. Nos esportes com bicicleta, apesar dos problemas, a participação das mulheres vem crescendo também de forma acelerada. No mountain bike, os resultados na categoria feminina ainda recebem críticas das atletas. Na prova das mulheres não existe divisão por categorias, como entre os homens, desestimulando às iniciantes que acabam com resultados insatisfatórios se comparadas ao das campeãs. estas provas deveriam haver divisão de categoria para incentivar quem esta começando. O esporte pode ser também um desafio.

O downhill, que ainda possui maior número de homens, está atraindo mulheres que buscam um pouco de adrenalina no < morro abaixo >, como o bicicross, esporte tipico de meninos, também leva um considerável número de garotas às pistas.

ANABOLIZANTES AMEAÇAM FEMINILIDADE

Na conquista por melhores resultados, algumas atletas recorrem ao uso de Esteróide Anabólicos e Estimulantes, drogas que podem acarretar danos físicos e psicológicos levando, até mesmo, a mudança nas suas caracteristicas mais feminina. O uso continuo desse produto causa transformações hormonais, com o uso dos anabolizantes o corpo da mulher começa a passar por uma masculinização, entre as consequência da mudança hormonal provocada pela droga no organismo, estào a diminuiçào da mestruação, ao até mesmo sua parada, aumento do clitóris, e modificaçào dos depósitos de gordura, com alteraçào no tamanho dos seios e quadris, além de um possivel esterilidade. O corpo toma caractéristica cada vez mais masculina com mudança na voz que fica mais grave e aumento na quantidade de pêlos. Também causam um aumento de incidência de lesões benignas e malignas no figado, problemas cardiovasculares como hipoertensão, colasterol um aumento de lesões entre músculos e tendões e fraturas em espiral. se já nãobastasse todas essas afetações física, a mulher ainda esta sujeita a problemas psicológicos que vão desde a agressividade até as psico-patologias.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Cora Coralina poema mulher


Saber Viver


Não sei... Se a vida é curta
Ou longa demais pra nós,
Mas sei que nada do que vivemos
Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas.

Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita,
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acaricia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.

E isso não é coisa de outro mundo,
É o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela
Não seja nem curta,
Nem longa demais,
Mas que seja intensa,
Verdadeira, pura... Enquanto durar

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Pamela Anderson deixa bumbum à mostra na Nova Zelândia

Atriz se descuidou nesta quinta-feira

Pamela Anderson provocou mais uma polêmica na manhã desta quinta-feira (24) em Auckland, na Nova Zelândia. A atriz, que está no país para participar de uma sessão de fotos, se descuidou ao se movimentar com um vestido bastante decotado nas costas e acabou deixando parte do bumbum à mostra.
Recentemente, Pamela voltou a chamar a atenção ao encarnar uma policial sexy para fazer uma boa ação. Defensora assumida dos animais, ela gravou um vídeo de pouco mais de um minuto, para a nova campanha do PETA (People for Ethical Treatment of Animals).

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Câncer raro é confundido com alergia


Câncer raro


Ao fazer o auto-exame para a prevenção do câncer de mama, as mulheres devem observar se há irritação na área que envolve o bico e a aréola do seio.

Sintomas parecidos com uma alergia, como coceira e vermelhidão, podem ser o sinal da doença de Paget, um tipo raro de câncer de mama que afeta de 1% a 2% das mulheres vítimas de câncer.

No Brasil, o câncer de mama é a principal causa de morte entre as mulheres. Estima-se que o ano passado tenha sido fechado com 31.590 novos casos da doença.

A doença de Paget pode estar associada ou não a um tumor maligno na parte interna do seio. Por isso, o diagnóstico correto da lesão externa e o rápido tratamento são fundamentais.

'Muitas vezes, a irritação é confundida com uma dermatite e tratada com cremes e outros produtos dermatológicos. Isso só retarda uma ação efetiva contra a doença', afirma Edison Mantovani Barbosa, 52, coordenador do Departamento de Mastologia do IBCC (Instituto Brasileiro de Controle do Câncer).

Foi exatamente o que aconteceu com a comerciante Ana Chiarette, 48. Durante seis meses ela tentou curar uma ferida no seio direito com banhos e cremes indicados por amigas. 'Nunca imaginei que pudesse ser câncer, até perceber o aumento da ferida e um líquido saindo do bico do seio', conta.

De acordo com Barbosa, no estágio mais avançado da doença de Paget surgem feridas que acometem não apenas o bico do seio, mas também a aréola. Dores e secreção são outros sintomas.

Pedro Aurélio Ormonde, 47, diretor do Hospital de Mastologia do Inca (Instituto Nacional do Câncer), diz que ainda não há consenso se os gânglios aparecem antes ou depois das feridas.

Ele afirma que fazer a biopsia das feridas é o primeiro passo para a confirmação (ou não) do diagnóstico de câncer.

Também é pedida uma mamografia -exame radiológico dos tecidos moles da mama-, que ajuda a detectar lesões na parte interna do seio, nem sempre descobertas no exame de apalpação.

Caso o diagnóstico de câncer seja confirmado, são indicados a cirurgia e um tratamento complementar com quimioterapia ou radioterapia. Às vezes, é preciso associar os dois tratamentos.

O tipo de cirurgia a ser feito vai depender de fatores como a extensão da lesão na pele e a relação entre as dimensões do tumor e o tamanho da mama.

Segundo o médico Edison Barbosa, em tumores de até dois centímetros, que tenham atingido a região atrás da aréola, pode-se tentar uma cirurgia conservadora, retirando toda a área central da mama, que inclui a aréola e a papila. Nesse caso, a reconstrução da mama é mais simples.

No entanto, caso o comprometimento seja mais extenso e o tumor tiver atingido a região das axilas, por exemplo, o único caminho é a mastectomia, onde toda a mama precisa ser retirada.

Em estágios avançados, a doença de Paget pode causar metástases em ossos (a mais comum), pulmões, fígado e cérebro.

Porém, segundo o mastologista Luiz Henrique Gebri, 44, chefe do Departamento de Mastologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), por ser visível, esse é um tipo de câncer de mama que as mulheres detectam rapidamente e que raramente chega ao estágio avançado.

O alerta serve também para os homens. Assim como acontece com o câncer de mama, eles também podem ser acometidos pela doença de Paget.

domingo, 13 de setembro de 2009

'Quando se tem um filho morrendo, não há certo ou errado', diz Cameron Diaz


Em 'Uma prova de amor', ela interpreta mãe que sacrifica tudo pela filha.
Longa, que estreia neste final de semana, tem ainda Abigail Breslin.
Quem vai ficar com Mary?”, “Quero ser John Malcovich”, “As panteras” e até a ogra de “Shrek”. Quando se ouve falar em Cameron Diaz, a primeira coisa que vem à cabeça são os papéis cômicos, com toques de sensualidade e ação. Mas no drama “Uma prova de amor” – que chega neste final de semana às telas brasileiras -, a loirinha mostra que não é atriz de uma nota só.

O longa de Nick Cassavetes conta a história da família de Sara (Cameron Diaz) e Brian Fitzgerald (Jason Patrick), que tem a vida transformada quando descobre que sua filha Kate tem leucemia. A única esperança deles é conceber outro filho, para que sua medula óssea possa então prorrogar a vida de Kate. Nasce assim Anna (Abigail Breslin, de "Pequena miss sunshine"), que por 13 anos é submetida a cirurgias e transfusões sanguíneas, até que um dia começa a questionar sua própria identidade e resolve tomar uma decisão que abala a sua família.

Assumindo o papel difícil da mãe que sacrifica quase tudo pela filha, Diaz viveu também o seu próprio drama durante as filmagens, quando seu pai morreu inesperadamente de pneumonia, aos 58 anos de idade. “Por um tempo fiquei em choque já que tudo aconteceu tão de repente e inesperadamente para a nossa família”, contou a atriz em conversa com jornalistas da qual o G1 participou. “Mas eu tinha que voltar ao trabalho e tive muita sorte em voltar para um grupo de pessoas maravilhosas que foram muito generosas e carinhosas comigo.”

Leia a seguir trechos da entrevista.

Pergunta - Você já interpretou personagens dramáticos no passado, mas seus maiores sucessos são as comédias. Você sente a necessidade de provar algo ao seu público? Gostaria de ser reconhecida também como uma atriz dramática?
Cameron Diaz - Não sei se pela maneira que fui criada, mas não me preocupo muito com que os outros pensam. Quer dizer, a aprovação do público não é o que me motiva. Escolhi fazer esse filme porque era um desafio para mim, Cameron, e eu queria saber se era algo que eu podia ou não fazer. A maneira que as pessoas me veem tem mais a ver com o fato de se elas conseguem se relacionar com o personagem. A exceção é o diretor. Acho a opinião dele importante, afinal somos parceiros na criação e desenvolvimento do filme. E se ele vem e diz que tem fé em mim, isso me basta. Fecho os olhos, confio cegamente e dou o melhor de mim. E, claro, espero que o público consiga se envolver com o personagem e se sentir conectado.

Pergunta- Câncer não é um tema fácil. Como foi a sua relação com a vida da personagem?
Diaz - Nick Cassavetes foi um grande apoio durante o trabalho de desenvolvimento da personagem. Ele me guiou e nos conversamos muito sobre o que é ser pai de uma criança doente, já que ele tem uma filha com um problema congênito no coração. E como eu disse, é um trabalho de colaboração e ele foi muito receptivo às minhas ideias de como interpretar Sara. Procurei entender ao máximo a experiência destas pessoas através dele e também de conversas que tive com pais e outras pessoas que passaram por isso.

Pergunta- Você viveu o que é considerado um pesadelo na vida de qualquer pai e mãe. Como isso te afetou emocionalmente?
Diaz - Se você me pergunta se a história me tocou, claro que sim. Mas Sara é uma personagem que não se deixa abater pela sua realidade, então esse detalhe me mantém um pouco protegida também de uma carga emocional muito forte. Mas ela era assim não por ser fria mas porque não tinha tempo para isso. Ela tinha que estar sempre forte, sempre ativa, lutando por ela e pela sua filha. Achava que se se abatasse por um minuto, se parasse de lutar, de amar sua filha, a menina morreria. Então ela não deixava essas coisas acontecerem e fez o que acreditava ser o melhor. Eu não sou mãe, mas sei o que é amar profundamente, e quando se ama alguém assim, fazemos de tudo pela pessoa amada. Mas como eu nunca estive na pele dela não me sinto nem capaz de julgá-la.

Pergunta - Mas ela usou a outra filha…
Diaz – Pois é, mas todas as pessoas com quem conversei, me disseram que quando se trata de um filho morrendo, não existe decisão certa ou errada. Você faz o melhor que pode. E foi isso que Sara fez. Ela resolveu ter a Anna, não por que ela queria uma filha para não amar ou para partir em pedaços. Acho que todas as mães acreditam nisso, que têm amor abundante para dar igualmente para todos os filhos. Infelizmente a realidade nestas famílias que têm crianças que precisam de uma atenção especial é um pouco diferente, porque a criança precisa de mais amor e atenção que as demais e isso causa o sacrifício de todos.


Pergunta – Como você vê a morte depois desse filme?
Diaz – A morte é a morte. Não é que a filha mudou para uma casa vizinha mas que pode voltar a encontrá-la. Ela se foi para sempre. E na morte de uma criança, o que ficam são as experiências e coisas que ela nunca teve chance de ter ou de fazer. E, para Sara, saber desta possibilidade, fez com que fizesse de tudo para manter sua filha viva. E acho que pensando assim, fica mais fácil de justificar as suas ações.

Pergunta- Você teme a morte ou aceita como parte natural do ciclo da vida?
Diaz - É algo que realmente a gente tem que aceitar. Quando perde alguém que ama a gente percebe que há certas coisas que não podemos mudar. E esse é o fim inevitável para todos nós. Acho que o quanto antes aceitarmos isso é melhor, pois a morte não é ruim para quem vai, mas para quem fica. As pessoas que morreram não estão mais sofrendo, sofrem as que ficam. E se aprendemos a aceitar a morte como parte da vida, acho que fica um pouco mais fácil de lidar.

Pergunta- Você perdeu o seu pai durante as filmagens deste filme. O que te deu forças para voltar e continuar a lidar com o drama da sua personagem?
Diaz - Por um tempo fiquei em choque já que tudo aconteceu tão de repente e inesperadamente para a nossa família. Mas eu tinha que voltar ao trabalho, tinha mesmo. Não era uma escolha. Mas tive muita, mas muita sorte mesmo em voltar para um grupo de pessoas maravilhosas que foram muito generosas e carinhosas comigo. O pai do Nick faleceu com a mesma idade que meu pai, então ele sabia como eu estava me sentindo. E recebi muito apoio também das meninas, Abbie e Sofia. A força delas que você vê na tela é tão forte quanto na vida real.

Pergunta - Você chegou a mencionar em entrevistas anteriores a sua vontade de construir uma família própria. Ainda pensa nisso ou já não mais?
Diaz - Eu tenho tido uma vida bem consistente na maneira em que deixo as coisas acontecerem naturalmente sem forçar nada. Não me preocupo muito. Eu me considero uma pessoa de muita sorte e sou agradecida por todas as experiências pelas quais passei. Acho que tenho uma vida maravilhosa, uma família maravilhosa, que sou amada. Se ter filhos é algo que vai acontecer na minha vida, será algo muito bem-vindo. Se não, quer dizer que não era para ser.

Pergunta - Conforme vai ficando mais velha, você espera mais ou menos dos seus relacionamentos?
Diaz - Acho que em todos os relacionamentos, quanto mais você se conhece, mais fácil fica. Quando você olha para trás e lembra das coisas que seu pais fizeram quando tinham a sua idade, e como criaram os filhos, você pensa como foi que eles conseguiram? Acha que eles são super-heróis por fazerem algo que você nem saberia por onde começar. Aí, ao passar dos anos, você vai amadurecendo e percebendo que seus pais são humanos e que cometem erros também e que isso faz parte da vida e do aprendizado. Quando você chega ao ponto de entender isso, tudo fica mais fácil. Fica mais fácil a convivência com si mesma e com os demais. Acho que uma das nossas lições na vida é aceitar que somos humanos e deixar que os outros sejam também, e que às vezes erramos e às vezes acertamos. E seja em qual for o relacionamento é importante também perdoar.

Pergunta - Você está muito envolvida com os temas ambientais. Quais são suas principais preocupações?
Diaz - Eu vejo o tema ambiental de diferentes maneiras. Eu nunca fui do tipo, vamos salvar o urso polar, ou ficar defendendo uma ou outra espécie de animal. Eu acho que a gente tem que salvar é o planeta. Se as coisas continuarem como estão, não vamos ter muito mais tempo. Eu estou falando da nossa geração mesmo. Para viver aqui todos nós precisamos das mesmas coisas básicas, ar, água e comida e isso vem da terra. É importante que tudo seja extraído de maneira correta para não esgotar o planeta. Sabe, o filme é um exemplo perfeito disso. Hoje em dia, câncer é uma doença com crescimento impressionante. Todo mundo conhece alguém que teve câncer. Nao era assim há trinta anos. E além de focar nos tratamentos, temos que descobrir o que causa e como preveni-lo. É assim com o planeta, algo que todos nós temos em comum. Não importa se você é rico, famoso ou o que for, ninguém pode viver sem essas três coisas básicas. Portanto temos que trabalhar em conjunto no nosso dia-a-dia, desde as coisas mais simples até as mais complexas para salvar o planeta. E isso tem que ser feito já.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Carla Bruni-Uma Verdadeira Dama

Carla Bruni (Turim, 23 de dezembro de 1967; nome de nascimento Carla Gilberta Bruni Tedeschi, após seu casamento Carla Bruni Sarkozy) é uma cantora e compositora franco-italiana.
É a atual primeira-dama da França.

Biografia
Nascida no norte da Itália, foi criada na França e na Suíça. A música está no seio familiar. Sua mãe é a concertista de piano Marisa Borini, que era casada com o industrial e compositor clássico Alberto Bruni Tedeschi.
Mais recentemente, graças a uma reportagem da revista Vanity Fair, ficou-se sabendo que seu pai biológico é o empresário italiano, radicado no Brasil desde os anos 1970, Maurizio Remmert. "Quando [o marido] estava doente, Marysa contou a Carla quem era seu pai. Foi uma conversa de adultas, entre mãe e filha", afirmou Maurizio, que recentemente viajou com o casal presidencial para a Romênia.
O jornal brasileiro O Estado de S. Paulo publicou, em 9 de janeiro de 2008, uma entrevista com Maurizio Remmert, empresário italiano radicado no Brasil há décadas, que seria o verdadeiro pai de Carla, tendo sido amante de sua mãe durante seis anos. Na ocasião, ele declarou que era sua primeira e única entrevista sobre a filha e que não voltaria a falar aos jornais sobre ela.
Oriunda de uma família ligada à CEAT (fábrica italiana de pneus) e à ENI (petrolífera italiana, outrora estatal), Bruni foi com os pais e os irmãos para um exílio na França em 1975, fugindo das Brigadas Vermelhas, organização terrorista de cunho marxista que recorreu a sequestros e assassinatos naquele período da história italiana. Cresceu em Paris, tendo cursado parte de seu período escolar na Suíça e, de volta à França, estudado em Universidade de Sorbonne.

Carreira de modelo
Em 1988, abandonou de vez os estudos para se dedicar à carreira de modelo; considerada uma das mais belas modelos de sua época, Carla Bruni foi contemporânea de Claudia Schiffer, Naomi Campbell, Christy Turlington e Kate Moss no mundo da moda - a primeira geração de top models internacionalmente famosas. No fim dos anos 1980, era uma das vinte modelos mais bem pagas do mundo, ganhando cerca de 7,5 milhões de dólares por temporada. Em 11 de Abril de 2008, uma foto de Bruni nua de 1993 foi vendida em leilão por 91 000 dólares (65 009 euros) - mais de 60 vezes o preço esperado.
A herdeira de uma fortuna teve relacionamentos com rockstars como Mick Jagger e Eric Clapton, o magnata Donald Trump, e atores como Kevin Costner e Vincent Perez, entre outros.


Música
Depois de uma carreira bem sucedida como modelo entre 1987 e 1998, trocou as passarelas pela música, tendo lançado três discos até a presente data: Quelqu'un m'a dit (de 2002, cantado em francês), No promises (de 2006, cantado em inglês) e Comme Si De Rien N'Était (de 2008, cantado em inglês e em francês); este último contendo algumas letras polêmicas e que fazem alusão a seu atual marido, o Presidente da França Nicolas Sarkozy, como Tu Es Ma Came ("Meu homem, eu enrolo e fumo"/"[amor] mais mortal que a heroína afegã, mais perigoso que a branca colombiana"), Je Suis une Enfant ("Continuo a ser criança, apesar de meus 40 anos, apesar dos meu trinta amantes"), Ta Tienne ("Você é meu senhor, você é meu querido, você é minha orgia") e You Belong to me.
Deixou as passarelas em 1998; e em 2001 teve seu primeiro filho com Raphaël Enthoven e, um ano depois, lançou seu primeiro disco "Quelqu'un m'a dit", em que a canção era a principal influência; elogiado pela crítica, vendeu mais de 200 mil cópias na França e foi número 1 em vendas na Amazon do país. Com o lançamento desse álbum, a canção passou a fazer parte definitivamente de sua vida.
Em janeiro de 2007, seguiu-se "No promises", cujas letras de própria autoria deram lugar a poemas de William Butler Yeats e Emily Dickinson, dentre outros.


Vida pessoal
Em Dezembro de 2007 surgiram rumores na imprensa francesa afirmando que estaria a namorar o Presidente da França, Nicolas Sarkozy, recém-separado num rumoroso caso que incluiria traição (revista L'Express do 16 de dezembro de 2007 e revistas Point de vue, Paris Match, e Closer do 19 do mesmo mês). Em janeiro de 2008, informou-se oficialmente que ambos se casariam em breve. Viriam a casar no dia 2 de Fevereiro de 2008 no Palácio do Eliseu, em Paris.


Discografia
• 2002 - Quelqu'un m'a dit
• 2007 - No promises
• 2008 - Comme si de rien n'était
Filmografia
Ano Filme Papel Notes
2009 Somebody Told Me About. . . Carla Bruni Ela mesma 80 minute documentary film

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Imagens de Angelina Jolie nua em filme censurado caem na rede

Em 'Gia', a atriz ainda beija na boca de Elizabeth Mitchell, de 'Lost'

Angelina Jolie completamente nua no papel de Gia
Depois da imagem do beijo na boca entre Angelina Jolie e Elizabeth Mitchell, a Juliet de "Lost", mais cenas do filme "Gia" cairam na rede. Nesta segunda, o tabloide inglês "The Sun" publicou em seu site imagens de Angelina nua, no papel da modelo que contraiu o vírus HIV ao usar uma seringa com sangue contaminado e morreu aos 26 anos, em 1986.
O filme havia sido censurado em 1998 e, só agora, foi liberado completamente.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Esterilidade e Infertilidade feminina


É muito importante recalcar que a infertilidade é uma afecção de casal e que usualmente coexistem problemas no homem e na mulher, que somados resultam na incapacidade de conseguir a gravidez e parto.
As principais causas de infertilidade feminina se originam em:
1. Utero, por malformações adenomiosis, infecções e tumores
2. Cérvix (pescoço) por malformações, endometriosis, cirurgia, infecções e tumores
3. Trombas, por obstrução originada principalmente por endometriosis, infecções, malformações e tumores
4. Doença Inflamatoria Pélvica, por infecções
5. Ovários, por tumores quistos e endometriosis
6. Vagina, por alterações do monco cervical, alergia, infecção, traumatismo, lubrificantes, etc.
7. Doença crônica como colagenosis
8. Antecedentes de exposição materna a dietylstilbestrol (DÊS)
9. Doenças da Tiroides
10. Hiperprolactinemia, causada por tumores hipotalámicos, medicamentos e fatores metabólicos
11. Obesidade
12. Perda de gordura corporal, especialmente por exercício intenso
13. Stress, tanto físico como psicológico, que usualmente está sócio a alterações físicas demostrables
14. Anorexia ou Bulimia
15. Álcool e drogadição
16. Doenças hepáticas que afetam o metabolismo dos estrógenos
17. Doença das suprarrenales
18. Diabete
Muito freqüentemente coexistem várias das causas anteriores e deve recordar-se que encontrar uma causa não descarta a presença simultânea de outras
Ainda que usualmente as causas da infertilidade feminina se detectam facilmente em exames como a Revisão Médica Premium, muito poucas mulheres se beneficiam pois são submetidas a procedimentos muito agressivos como a fertilização in vitro e inclusive a procedimentos em extremo perigosos como a laparoscopia.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Como fazer uma escova igual a do salão


Como fazer uma escova perfeita igual do salão?
Para começar, evite exagerar no condicionador ou creme hidratante durante a lavagem. O excesso lhe deixará com os cabelos oleosos.
Após a lavagem, seque os cabelos com uma toalha e depois com o secador. A escova começa quando os cabelos estiverem úmidos. Caso tenha cabelo crespo, comece a escova com as madeixas mais molhadas.
É importante dividir os cabelos antes de começar a escova. Separe em quatro partes, pelo menos. Faça divisões em diagonais e trabalhe madeixa por madeixa para que a raiz não fique marcada.
Prenda com “piranhas” para facilitar a escova e vá soltando aos poucos, conforme o necessário.
Deslize a escova da raiz até as pontas; o secador deve acompanhar este movimento. São necessárias de 3 a 4 escovadas por mecha.
O secador deve ser posicionado na parte de cima da mecha e acompanhar o comprimento do cabelo de cima pra baixo. Isso ajuda a fechar as escamas dos fios.
Para finalizar, volte a alisar a parte da nuca, atrás das orelhas e franja. Um pouco de óleo de silicone ameniza os fios rebeldes.
Após seguir as dicas, é hora de sair por aí, linda com seus cabelos lisos e escovados!

sábado, 29 de agosto de 2009

Como anda seu poder de Sedução?


Nunca, como nos dias de hoje, foi tão importante estimularmos e exercitarmos o nosso poder de sedução. Palavra encantadora que independente do Dia dos Namorados, logo nos faz pensar em cenas românticas, dignas de grandes conquistas amorosas. Embora o objetivo implícito seja o de conquistar pessoas, na verdade é justo pensar que seduzir alguém é antes de mais nada conquistar sua atenção e admiração. Para algumas pessoas pode parecer fácil. Já para outras, não é tão simples assim. Falta habilidade ou mesmo disposição e cuidado no trato com as pessoas. No entanto, uma coisa é certa: nosso comportamento no momento da apresentação e principalmente da abordagem, qualquer que seja o tamanho da conquista, determina nosso sucesso ou fracasso.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Moda e estilo dos anos 80 estão de volta (de novo)



Será que estou ouvindo um eco, quando escuto as pessoas dizendo que os anos 80 estão de volta? Seis meses atrás, as passarelas de Nova York, Paris e Milão pressagiaram um retorno a uma era que alguns de nós recordam com pouco apreço e que muitas pessoas são jovens demais para recordar com qualquer que seja o sentimento.


Nomes da moda tão diferenciados quanto Gucci, Givenchy, Ungaro, Gianfranco Ferre, Gareth Pugh, Proenza Schouler e Marc Jacobs, tanto para sua grife quanto em sua coleção para a Louis Vuitton, começaram a roubar referências (ou, se você prefere termo mais polido, prestar homenagem) àquela era maldita de grandes enchimentos nos ombros, cores em néon saturado, meias arrastão, paletós gigantes e malha metálica.

Agora que esses produtos estão chegando às lojas, os consumidores não conseguirão evitar flashbacks ¿ pelo menos aqueles que tiverem memórias diretas de bandas como Adam and the Ants ou Culture Club, filmes como "Working Girl" ou, aliás, dos anos Reagan na Casa Branca.

"Quem quer que tenha experiência superior a cinco anos no mundo da moda", escreveu certa vez Amy Spindler, então crítica de moda do The New York Times, "pode estar sentindo sensação semelhante à de um homem a ponto de se afogar que vê a vida passar rapidamente diante de seus olhos". Spindler estava se referindo à maneira perturbadoramente rápida que a moda encontra de reciclar o passado recente.

A declaração foi feita muito tempo atrás, em 1996, quando a arqueologia da moda ainda precisava ser conduzida em bagunçadas lojas de roupas de segunda mão, nas bancas de roupas usadas de instituições de caridade ou nas páginas de revistas antigas encontradas no sebo operado pelo livreiro Michael Gallagher no East Village, onde estilistas como Marc Jacobs escavaram algumas de suas melhores ideias por meio de consultas às páginas de edições antigas de "Vogue".

Agora todos sabemos que o ritmo da apropriação indébita se acelerou ao ponto de mal permitir que o homem da metáfora acima piscasse um olho antes de submergir.

"As pessoas aderem muito rapidamente às coisas", disse Laura Wills, que, como proprietária da Screaming Mimi's, uma loja de roupas vintage, dedicou três décadas a antecipar que estilo será o próximo a ser retomado no cenário cultural. "Eles se movimentam tão rápido que precisam constantemente de novas referências. Na loja, costumamos dar risada e comentar que os anos 80 já foram revividos antes, e que esse retorno das roupas néon já aconteceu uma vez, cinco anos atrás".

A verdade é que sim, já aconteceu de fato. Tivemos o retorno de "Flashdance", aquela influente bobagem cinematográfica, e da moda que o filme oferecia, por volta da metade dos anos 90, quando os estilistas Roger Padilha e Jennifer Groves exibiram uma coleção de moda que prestava uma carinhosa homenagem aos leggings, coletes com franjas e camisas de ombros caídos usados por Jennifer Beals. Tivemos também o retorno da combinação entre luvas de renda e crucifixo que Madonna usava na era "Like a Virgin", em toda forma de apresentação, e em modelos propiciados por estilistas que pouco tinham em comum entre si, como Betsey Johnson e Jean-Paul Gaultier.

Tivemos a volta das calças com cós rebaixado inevitavelmente associadas a MC Hammer, primeiro reinterpretadas por Rick Owens e posteriormente pelos muitos imitadores desse estilista. O estilo se tornou tão comum que, de roupa a ser evitada a todo custo, terminou se transformando em peça obrigatória.

"Muitas dessas tendências estão ensaiando voltar há algum tempo ¿os leggings, os ombros com enchimento extra, o néon", diz Chioma Nnadi, editora de estilo da revista "Fader". "Na verdade, é uma moda que oferece escapismo às pessoas". E, não incidentalmente, também permite exercitar o humor que pode ser exaltado em tempos difíceis pelo desafio às convenções do bom gosto, do gosto convencional. "Parte do que vem sendo revivido é bem brega", diz Nnadi. "Mas existem ocasiões em que o mau gosto oferece mais espaço para a diversão e para a criatividade".

Transformar calças com o cós rebaixado em "algo de fabuloso", como ela diz, pode ser visto como um gesto positivo, e além disso portador de linhagem que remonta a uma era ainda mais antiga e menos conformista, aquela que viu a publicação do livro Notes on Camp.

De certa forma, a retomada dos anos 80 é cafona para pessoas que nunca ouviram falar do livro de Susan Sontag, e o mais recente ciclo da moda representa uma oportunidade, para a nova geração de estilistas, de encontrar naquela década de gosto dúbio uma vasta jazida de ironia a ser explorada.

Os seriados "Dallas" e "Cosby Show", as bonecas Cabbage Patch e a princesa Diana (cujo estilo a escritora Germaine Greer comparou no ano passado ao de uma apresentadora de TV, mas agravado por chapéus horrorosos e inevitáveis) tudo isso surgiu nos anos 80. O mesmo se aplica, em um sentido indelével para a cultura pop, Brooke Shields, em sua fase de "não existe nada entre mim e meus jeans Calvin Klein".

Michael Jackson, que no passado foi um dos grandes companheiros de Shields, sem dúvida se provou o mais irresistível fenômeno de cultura pop a emergir dos anos 80, e por isso é lógico que o guarda-roupa que ele popularizou no videoclipe de "Thriller" tenha sido imitado pelos formadores de opinião na moda ainda antes de sua morte, em junho.

"Todo mundo está se inspirando em Thiller já há algum tempo", disse Wills, da Screaming Mimi's. "Já vimos o retorno da jaqueta de couro com tachinhas". E, quando o final do ano se aproximar, ela diz, "vai ser essa a peça que todo mundo estará procurando".